Máquinas e Equipamentos

Extrusão de filmes – Monocamada mantém a soberania do setor e co-extrudado avança em áreas específicas

Renata Pachione
13 de maio de 2008
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    Balanço – Líder do segmento de extrusoras do tipo balão, a Carnevalli começou o ano com aquecimento do mercado. Em janeiro, bateu recordes, com vendas 20% maiores, se comparadas ao mesmo período de 2007. O diretor atribuiu o avanço, em parte, ao aumento do consumo do setor de bebidas. No ano passado, o fabricante produziu cerca de 120 extrusoras e co-extrusoras. As expectativas para este ano também se mostram favoráveis. A empresa prevê crescer entre 15% e 20%, em relação a 2007. Para incrementar seu negócio, a Carnevalli investiu na instalação de duas novas máquinas grandes de usinagem. “Vamos aumentar a produção e teremos condições de fazer modelos maiores”, informa Carnevalli.

    Nem mesmo a concorrência chinesa deve atrapalhar os planos do fabricante. As máquinas asiáticas, segundo Carnevalli, não atingem diretamente o mercado de extrusão de filmes, pois a preferência nacional se volta para a tecnologia, leia-se: mais produtividade e economia do processo. Os modelos chineses, por exemplo, rendem 50% a menos do que um produzido no Brasil, de acordo com estimativa de Carnevalli. “As máquinas chinesas foram feitas para o mercado chinês”, comenta.

    Para o fabricante de máquinas para monocamadas, Minematsu, os ventos sopram a seu favor. O ano de 2007 fechou com crescimento de 10% sobre o anterior e para 2008 as expectativas são de aumentar as vendas em 20%. As perspectivas garantem investimentos futuros em incremento de sua capacidade produtiva. Sem revelar detalhes, Minematsu diz que planeja investir em maquinários e funcionários e em uma planta maior. A empresa produz uma máquina por mês, em sua unidade localizada em Osasco-SP. O mercado de monoextrusoras, na avaliação do diretor, começou 2008 aquecido e deve se manter assim. “Iniciamos o ano com cinco máquinas vendidas”, comenta. As perspectivas da W&H são igualmente positivas. “Conseguimos abrir novos mercados também fora do Brasil que prometem um crescimento forte”, afirma Cornelius. A fabricante reformou e renovou sua planta de Diadema, SP.

    A indústria de plásticos flexíveis ainda não deslanchou como o esperado. De acordo com o presidente da Abief, Rogério Mani, a partir de maio, as vendas devem começar a subir, a ponto do mercado conseguir encerrar o ano com crescimento de 5% em relação a 2007, ratificando as previsões de janeiro. A alta do preço do petróleo (o barril tem sido vendido na casa dos 120 dólares) impacta esse elo da indústria; no entanto, Mani aposta na retomada dos investimentos, sobretudo porque o transformador começa a colocar em prática a idéia de que precisa se consolidar no mercado externo, e não somente aproveitar o aquecimento das vendas no Brasil.



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    Um Comentário


    1. boa noite sou de Biguaçu sc quero receber cotação das maquinas extrusora para saco de lixo e sacolinha plastica ATT;Antonio Nelson



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