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Estudo do governo federal suscita investimento em nanotecnologia

Plastico Moderno
19 de dezembro de 2012
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    O estudo também faz algumas sugestões de localidades propícias para a construção da fábrica. Entre elas estão o Parque Industrial de João Pessoa-PB, e os parques tecnológicos do Inmetro, do Rio de Janeiro-RJ, de Belo Horizonte-MG, de São Carlos-SP e de São José dos Campos-SP. Outras alternativas são: o Sapiens Parque, em Santa Catarina-SC, e o Valetec, no Rio Grande do Sul.

    Segundo Ronaldo da Silva, uma preocupação “legítima” dos interessados no investimento é o avanço rápido do desenvolvimento da tecnologia em países asiáticos, resultando em uma queda nos preços do insumo, o que desmontaria a lógica econômica do negócio. “Em um cenário ideal, a união entre os dois manifestos interessados, um produtor de argila e uma indústria plástica, seria capaz de gerar um fornecedor de insumos de nanoargilas bastante competitivo globalmente”, avalia.

    João Batista Lanari Bó, do MDIC, diz, porém, que o papel do governo, nesse caso, limita-se a apresentar a oportunidade de investimento ao setor privado. Mas qualquer decisão do investimento, modelo de negócio ou mesmo equação societária será empresarial. “Nossa preocupação agora é incentivar, por meio de novos estudos de viabilidade econômica, outros projetos de nanotecnologia”, diz o executivo. Um edital para a contratação de um estudo para o setor de óleo e gás já está sendo preparado.

    O índice de reciclagem de PVC pós-consumo no país alcançou 19% no ano passado, maior taxa registrada desde 2005, quando teve início a pesquisa encomendada pelo Instituto do PVC e realizada pela Maxiquim Consultoria. Em 2010, esse índice atingiu 15,1%. O volume reciclado subiu 18%, com reaproveitamento de 29.857 toneladas em 2011, ante a reutilização de 25.302 toneladas no ano anterior.

    O estudo também apontou que a indústria brasileira de reciclagem de PVC empregou no ano passado quase 1.500 pessoas e faturou por volta de R$ 138 milhões. Sua capacidade instalada expandiu 9,7% e atingiu 80.391 toneladas em 2011. Aliado a isso, a ociosidade caiu no período comparado, de 59,1% para 46,7%, indicativo de que o setor está se desenvolvendo e ainda tem grande potencial de crescimento.

    Para o presidente do Instituto do PVC, Miguel Bahiense, um maior crescimento da atividade de reciclagem está diretamente atrelado à intensificação de sistemas de coleta seletiva de resíduos pós-consumo, hoje restritos a apenas 8% de um universo de mais de 5.500 municípios brasileiros. “É preciso mudar esse cenário para que a indústria de reciclagem tenha oportunidade não só de crescer, mas de ser um mercado formal.” O Instituto promove conceitos de uso adequado, reutilização e descarte correto do PVC, com o objetivo de contribuir para a criação da cultura da reciclagem na sociedade como um todo.

    A pesquisa mostra que a relação entre o descarte e a reciclagem tem mudado. Em 2010, o país descartou 167 mil toneladas e reciclou 15,1%. Já em 2011, o descarte foi menor, de 157 mil toneladas, mas o índice de reciclagem foi maior, de 19%. Ou seja, mesmo com a diminuição no total de resíduo pós-consumo gerado, a taxa de reciclagem aumentou – um resultado muito positivo.

    Listado entre as principais resinas commodities no mundo, o PVC pouco aparece no lixo urbano porque a maioria (64%) dos produtos de PVC é usada em aplicações de longa duração, com vida útil superior a 15 anos, como tubos e conexões, pisos, esquadrias, janelas, entre outras – muitos dos produtos ultrapassam os 50 anos de uso. Apenas 12% da demanda do PVC atende aplicações de curta vida útil, ou seja, até dois anos. O restante, 24%, é aplicado em produtos de vida útil entre 2 e 15 anos.

    Tanto a taxa de reciclagem de PVC flexível quanto a de PVC rígido aumentaram, de 18,7% em 2010 para 20,50% e de 11,4% para 17,40%, respectivamente. A reciclagem de PVC flexível é maior, pois o PVC rígido está mais associado a aplicações da construção civil, ou seja, de longa vida útil.

    A pesquisa ainda apurou algumas características regionais da indústria de reciclagem do PVC. Do total de resíduos da resina reciclada em 2011, a Região Centro-Oeste, que em 2010 não registrou atividade, respondeu por 4,3% da reciclagem. O Sudeste tem a maior parcela, 57,7%; seguido pela Região Nordeste, com 27,6%; Sul, com 6,9%; e Norte, 3,6%.

    O segmento de tubos plásticos para redes de água, esgoto, irrigação e outros conta com nova opção em impressora para marcação de informações sobre produção, lote, normas técnicas, logos etc., exigidos para a rastreabilidade dos tubos.

    Trata-se da impressora 9232 E a jato de tinta, desenvolvida pela Markem-Imaje especialmente para a indústria de tubos, com garantia de elevada qualidade de marcação.

    Entre as principais características, o fabricante destaca alta durabilidade e elevado desempenho do processo de produção (velocidade, impressão de logotipos, ampla variedade de substratos e variedade de cores). De acordo com informações da Markem-Imaje, o equipamento assegura alto contraste de marcação, imprime em cor e resiste a variações térmicas, à luz, à água e ao álcool. Destina-se a marcar ou identificar tubos de ampla linha de polímeros (PVC, polietileno e outros).



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