Aditivos e Masterbatches

Economia circular – Moinhos evoluem para oferecer mais eficiência

Antonio Carlos Santomauro
28 de dezembro de 2020
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    Atualmente, diz Carlos Seibt, os moinhos estão normalmente integrados aos processos de diversos transformadores, seja como integrantes das chamadas ‘células de transformação’, seja nas centrais de moagem, utilizadas por quem trabalha com peças maiores ou com grandes quantidades de rejeitos, ou busca reaproveitar também borras e outros potenciais desperdícios de matéria-prima. “O cliente hoje diz: preciso moer uma peça em tal formato, de tal material, em tal tamanho, e a partir daí buscamos ajustes em quesitos como formatação do rotor e boca de entrada, entre vários outros”, enfatiza.

    Os transformadores constituem o segmento de mercado de que mais expande sua demanda por moinhos, destaca Casarotti, da Primotécnica. Agora, eles se interessam por rejeitos que até há pouco tempo eram pouco reaproveitados, caso das borras, cuja moagem é mais complexa. “Temos inclusive moinhos de borras menores, próprios para serem colocados junto às injetoras; cada vez mais as empresas transformadoras querem os moinhos ao lado das máquinas”, acrescenta Casarotti.

    Para Nunes, da Rax, os transformadores passaram a investir mais em equipamentos que proporcionam melhor qualidade e regularidade do grão moído, e ao mesmo tempo garantam uma operação segura. “O papel dos moinhos é de suma importância para a economia circular, pois eles possibilitam o reaproveitamento de qualquer tipo de material plástico: rejeitos, aparas, ou resíduos. E boa parte das empresas de transformação de termoplásticos já faz esse reaproveitamento dentro da própria empresa”, finaliza.



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