Aditivos e Masterbatches

Distribuidores e PET

Antonio Carlos Santomauro
10 de março de 2020
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    Plástico Moderno -

    Plástico Moderno - PerspectivGonçalves: ambiente otimista deste ano aquecerá as vendas

    PerspectivGonçalves: ambiente otimista deste ano aquecerá as vendas

    Resinas – Distribuidores e PET – Perspectivas 2020

    Presidente da Adirplast (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins), Laércio Gonçalves é mais otimista na abordagem das perspectivas do mercado brasileiro de resinas: “Na atual conjuntura mundial, o Brasil é um dos países que mais pode crescer. Este ano o consumo de plástico no país pode crescer em índice três vezes superior ao do PIB”, calcula Gonçalves. Em 2019, ele reconhece, não se concretizaram as promessas de melhor desempenho na economia nacional: “Mas agora estão sendo feitas as reformas, há mais otimismo no ambiente empresarial e vários setores devem demandar mais resinas: embalagens, indústria automobilística, construção civil, entre outros”.

    Por sua vez, o consumo de resina PET “este ano talvez não cresça tanto quanto em 2019, mas crescerá em índice superior ao do PIB”, confia Auri Marçon, presidente da Abipet (Associação Brasileira da Indústria do PET), cujas análises abrangem o PET grau garrafa, utilizado em embalagens de bebidas e de produtos de higiene e limpeza, entre outros.

    Plástico Moderno - Marçon: espessura das paredes das garrafas parou de diminuir

    Marçon: espessura das paredes das garrafas parou de diminuir

    No ano passado, relata Marçon, o consumo nacional desse PET aumentou significativamente: cerca de 5% (relativamente a 2018); com isso, aproximou-se das cerca de 610 mil toneladas registradas há quatro ou cinco anos, quando esse consumo atingiu seu pico. Entre outros fatores, ele explica, contribuíram para essa expansão a estabilização no processo de redução da espessura das embalagens de PET, que refreava o consumo dessa resina mesmo sendo maior a quantidade de embalagens produzidas.

    De acordo com o presidente da Abipet, deve seguir se expandindo o uso do PET no segmento das bebidas prontas para beber. “Há espaço para crescimento até mesmo no mercado da água, que deve até ultrapassar – se já não ultrapassou – o de refrigerantes”, aponta. “Também deve crescer o uso de PET no mercado de higiene pessoal”, acrescenta.



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