Distribuição de Resinas: Mercado sofre com a forte penetração de resina importada por empresas oportunistas

Plástico Moderno, Um dos galpões da Activas, que atua em todo o território nacional
Um dos galpões da Activas, que atua em todo o território nacional

O mercado varejista de resinas atravessa um momento bastante difícil, marcado pela forte penetração no país de material importado e pela retração produtiva na indústria brasileira de transformação, também afetada pelos volumes crescentes de importação de transformados plásticos. As principais entidades de classe se queixam, não à toa, de que a expansão da demanda por plástico no país tem sido capturada pelos fornecedores estrangeiros.

Plastico Moderno, Gonçalves ressalta o esforço do setor em aprimorar seus processos
Gonçalves ressalta o esforço do setor em aprimorar seus processos

Dados da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) mostram que de janeiro a agosto deste ano o brasileiro já importou 484 mil toneladas de peças plásticas, contra 457,8 mil t, no mesmo período de 2012. E um estudo da Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas e Bobinas Plásticas de BOPP e BOPET (Adirplast), sobre a demanda doméstica de polipropileno e polietileno e seus canais de venda, indica que, desde 2009, só em 2012 houve pequena retração na participação das importações, que retomaram o avanço no primeiro semestre deste ano. Essa parcela chegou a 24,2% em 2011, caiu para 20,2% no ano passado, e de janeiro a junho de 2013 já representou 22,8%. Enquanto em 2009, a distribuição respondia por 13,4% do abastecimento doméstico, hoje está na casa de 8,7%. “Como se pode analisar, o mercado de distribuição continua muito prejudicado pela entrada de produtos importados”, lastima o presidente da Adirplast, Laércio Gonçalves, também diretor da Activas.

A pesquisa da associação de distribuidores mostra uma retração acentuada no volume comercializado por eles, desde 2011, com exceção para o segundo semestre desse ano (256 mil toneladas), que apresentou pequena alta sobre o primeiro semestre (249 mil toneladas). O volume distribuído encolheu para 226 mil toneladas na primeira metade do ano de 2012, baixou para 201 mil t na segunda metade, e ainda desceu para 187 mil t, no primeiro semestre de 2013. E, na opinião de Gonçalves, o setor ainda continuará sofrendo o resto do ano com a acirrada concorrência dos produtos importados. Na avaliação dele, o setor deve fechar 2013 com um volume em torno de 400 mil toneladas comercializadas pelos distribuidores oficiais, montante cerca de 10% menor em relação à participação da distribuição em 2012. “Apesar de não termos como mensurar o número real de importados que entram no Brasil, atribuímos essa perda para os importados”, informa Gonçalves.

Não se trata apenas de rechaçar os produtos importados. As empresas distribuidoras atuam como parceiras de seus clientes, até mesmo as que atuam também com importações, com comprometimento no cumprimento de prazos, entregas, especificações, prestação de serviços e profissionalismo – o que exige investimento em pessoal, centros de distribuição e logística, entre tantos outros itens. Com compromissos de longo prazo, transferem crédito ao transformador de pequeno porte. Contribuem para o crescimento da indústria.

Plástico Moderno, Especialidades comercializadas na distribuição no 1° semestre de 2013
Especialidades comercializadas na distribuição no 1° semestre de 2013

A importação via empresas sérias e comprometidas com os clientes é saudável e bem-vinda. O problema, que é o caso da maioria no mercado do varejo de resinas, são os importadores oportunistas, sem qualquer estrutura operacional e que não oferecem serviços aos clientes. É esse tipo de importação aventureira que o mercado distribuidor combate.

Para enfrentar o baque, o presidente da Adirplast assegura: “Todas as distribuidoras estão fazendo a sua lição de casa, reduzindo os seus custos operacionais e aprimorando os seus sistemas de gestão; há um grande esforço em aprimoramentos de processos e foco das equipes comerciais.” Razão pela qual conseguiram elevar levemente a participação da distribuição no mercado em relação ao ano passado.

O próprio Gonçalves suou muito a camisa para conseguir elevar em 13% as vendas de sua empresa, enquanto a demanda brasileira de resinas cresceu no máximo 5%, no primeiro semestre deste ano, em relação ao mesmo período de 2012, segundo suas estimativas. “Esses números poderiam ser comemorados se fossem acompanhados por elevações de igual proporção na produção, mas a indústria nacional seguiu a mesma tendência dos últimos anos e não conseguiu suprir toda a demanda, que tem sido atendida por importações, fazendo com que a ociosidade no país continue em níveis preocupantes”, lastima.

O esforço para melhorar o desempenho de sua empresa não esconde a preocupação com os déficits na balança comercial da indústria brasileira do plástico. Gonçalves confia a sua ponderação aos números do IBGE, segundo os quais as importações representavam 17,8% da produção industrial brasileira no início de 2007; e as exportações, 21,1% – no primeiro semestre de 2013, as importações saltaram para 24%, contra 18,2% das exportações. “A indústria brasileira está em claro processo de desindustrialização, a cada ano exportando menos manufaturados e importando mais itens”, atenta Gonçalves, ressaltando que o crescimento da Activas e o cumprimento dos números projetados no seu orçamento só aconteceram graças “ao alto nível de controle dos processos, dos custos e do nosso sistema de gestão”. Segundo informa, a empresa buscou a excelência operacional, o que gerou uma redução em tais custos.

Há mais de 23 anos no mercado, com sua matriz e o seu maior centro de distribuição localizados em São Paulo, a Activas atua em todo o território nacional, sob as bandeiras da Braskem (todas as resinas), Unigel (PS, PC, acrílico), Basf (ABS), Bayer (ABS) e Kraton (elastômeros). Possui uma equipe de representantes comerciais para todo o país e cinco centros de distribuição em pontos considerados estratégicos: Pernambuco, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. “Com muito esforço, preservamos e mantivemos todos os centros de distribuição em todo o território nacional e mantivemos a capacidade de operação”, diz o diretor.

Ele também comenta sobre uma novidade introduzida em seu portfólio neste ano: o lançamento do agente de purga da Chem-Trend. Gonçalves atribui uma alta performance ao produto, sinônimo de redução nos custos de produção de seus usuários. “Seu eficiente efeito de limpeza contribui com a vida útil e a manutenção das máquinas dos clientes, evitando o desperdício e melhorando a eficácia de produção”, garante.

Plástico Moderno, Mason lamenta a forte disputa de material importado e revenda
Mason lamenta a forte disputa de material importado e revenda

Empate – O ano também foi bem complicado para a Fortymil, com o seu desempenho no primeiro semestre deste ano semelhante ao de 2012, tanto em volume como em faturamento. “Janeiro foi bom, mas os outros meses difíceis” testemunha o diretor Ricardo Mason, sem esperanças de mudanças no quadro até o final do ano. “O consumo está represado e há muita disputa de material importado e revenda.” Além disso, as margens espremidas não comportam assumir aumentos de preços e o repasse na ponta da cadeia também anda muito difícil, segundo ele.

Outra questão lembrada pelo diretor da Fortymil é a do ICMS. Ele reclama que a alíquota de 4% (nas operações interestaduais com bens e mercadorias importados) abriu novamente espaço para empresas informais e “deu asas à criatividade fiscal brasileira”, referindo-se à atuação de empresas inidôneas.

Defendendo-se como pode, Mason aposta em alguns nichos de mercado que preferem a resina nacional, como embalagens para a indústria farmacêutica; e clientes que valorizam a constância de produto e a pronta-entrega.

Distribuidora oficial de toda a linha de resinas da Braskem, e poliestireno, ABS e SAN da Innova, a Fortymil supre a Região Sudeste brasileira. A empresa possui dois centros de distribuição, um em Itatiba-SP e outro em Duque de Caxias-RJ. Os últimos investimentos aplicados na empresa por Mason fortaleceram a sua frota e as áreas de tecnologia de informação, sistema e pessoal.

A passos de tartaruga – Também com os negócios devagar neste ano, o gerente geral da Entec, Osvaldo Cruz, engrossa a lista dos queixosos. “Não houve crescimento, o desempenho está muito parecido com o do ano passado”, informa ele, que aponta a intervenção do governo na economia como uma das principais razões para os negócios andarem em câmera lenta. “Interfere na demanda, nos negócios, em tudo; a volatilidade da política do governo causa insegurança no mercado; falta definição de regras, criando instabilidade no negócio privado”, critica Cruz.

Plástico Moderno, Demanda doméstica pp, pes: canais de venda
Demanda doméstica pp, pes: canais de venda

O forte da empresa são as áreas de embalagens, particularmente para cosméticos e alimentos, mercados que ajudaram a sustentar as vendas. A Entec também atua com plásticos de engenharia, mas o desempenho das especialidades, segundo Cruz, não compensou a baixa nas commodities. Ele diz que há muita oferta de produto e os negócios se mantêm com dificuldades, apesar da demanda estável, porém com resultados financeiros negativos.

Cruz endossa a opinião de Mason com respeito à alíquota de 4% para o ICMS e também em relação ao aumento dos preços das resinas. “Reanimou a informalidade; os atravessadores manipulam o ICMS. Importam com 4%, vendem dentro do estado com 18%, e sonegam o imposto”, denuncia. Quanto aos preços, Cruz afirma que a subida a partir de maio afetou o capital de giro das empresas de transformação, que não conseguem repassar as altas, refletindo em vendas reduzidas na distribuição. “Cria dificuldades para nossos clientes, que acabam não mantendo o ritmo nas compras.”

Sem condições, por ora, de novos investimentos, a Entec mantém sua estrutura: armazéns terceirizados na capital paulista, em São José dos Pinhais-PR, em Itajaí-SC e em Novo Hamburgo-RS. É distribuidora oficial da Dow (polietilenos, elastômeros, resinas e produtos para fios e cabos), da Ticona (todos os polímeros), Rhodia (poliamida), DSM (poliamida), Styron (compostos de polipropileno), Eastman (PETG e copoliéster) e Styrolution (ABS). Segundo informa Cruz, a Eastman entrou para o portfólio da Entec no início deste ano, e mais recentemente a Styrolution.

Persistência – As metas de crescimento, de 4,2% em volume e 3% na margem de contribuição, projetadas para este ano pela Replas, como aconteceu com a maioria dos distribuidores, até agora ficou só no papel, muito embora seus diretores, Marcos e Marcelo Prando, ainda esperem atingir os números prognosticados até o final do ano. Segundo eles, o avanço não aconteceu por causa de diversos fatores: maior agressividade do produtor local; práticas “não ortodoxas” por parte de algumas revendas, aviltando os preços das resinas; e aumento da importação de produtos acabados, entre outros. Até agora, a empresa só conseguiu manter o volume nos mesmos níveis do ano passado. Os diretores apontam os segmentos de descartáveis e higiene e limpeza entre os que cresceram. Na contrapartida, o moveleiro e o calçadista encolheram. “Notamos uma queda substancial.”

As importações representam parcela importante do faturamento da Replas. Exceto a Videolar, todos os seus outros parceiros são do exterior. “A importação continua sendo um diferencial e a base dos nossos negócios; e podemos afirmar que é de suma importância para o equilíbrio e a manutenção dos preços no mercado brasileiro”, defendem seus diretores. Ambos concordam que as revendas predatórias continuam sendo a maior dificuldade do mercado.

Desde 2011, a Replas destina investimentos em uma nova unidade destinada a comercializar os filmes de poliestireno biorientado (BOPP) produzidos pela Videolar, sua parceira. “Este ano marca a consolidação dos esforços e investimentos feitos para um importante segmento de mercado, onde vamos oferecer aos usuários de filmes uma estrutura apta a atender com rapidez e eficiência às suas necessidades, com filmes transparentes, metalizados e perolizados, destinados aos processos de laminação, impressão e outros.”

A Replas também dispõe de uma unidade central de distribuição em São Paulo, em local estratégico, próximo de todas as rodovias e do Rodoanel, com capacidade para armazenar cerca de 9 mil toneladas mensais. “Ao lado contamos com a nova unidade de BOPP, que possui uma estrutura autônoma de atendimento e capacidade de armazenamento de cerca de 1.500 toneladas de bobinas”, informam os diretores. A empresa ainda tem um centro de distribuição, completamente estruturado para atendimento comercial em Itajaí-SC, e escritórios de vendas em Porto Alegre-RS, Caxias-RS, Curitiba-PR e Bauru-SP.

Plástico Moderno, Volume semestral de resinas distribuídas
Volume semestral de resinas distribuídas

Prejuízo com os PEs – O desempenho no primeiro semestre deste ano deixou a desejar também nos recintos da Mais Polímeros e sua diretora, Daniela Dias J. A. Guerini, igualmente tenta uma recuperação na reta final deste ano. Segundo conta, a empresa amargou uma retração de 12% no volume de vendas e de 14% no faturamento, e os meses de julho a setembro mantiveram a tendência de queda. “Perdemos um volume de vendas aproximado de 3 mil toneladas.” Ela espera recobrar as vendas de PP, EVA e PS, mas admite como certa a diminuição nos negócios de polietileno. “Com a não renovação do antidumping e a consequente queda da alíquota de importação de 20% para 14%, deveremos encerrar o ano com uma perda de vendas próxima a 30% nesta resina”, lamenta. Ajudaram os negócios ao longo do ano os segmentos de cosméticos, farmacêutico, higiene, limpeza e alimentício.

Quanto à importação, Daniela se queixa da falta de fiscalização no cumprimento da legislação nos estados que continuam com a prática de incentivos. “As resinas acabam sendo direcionadas para outros estados e competindo no mercado local com preços muito abaixo da realidade de custos e de práticas que precisamos cumprir. Isto criou, principalmente em 2013, um desequilíbrio muito grande nos preços, comparativamente falando.” A situação complicada foi enfrentada por ela com o enxugamento das estruturas e redução nos custos. “Buscamos sinergias com as petroquímicas parceiras, enfim, tudo o que está no nosso alcance para sermos competitivos.”

Para o próximo ano, Daniela considera a possibilidade de atuação no mercado de plásticos de engenharia, avaliado por ela como uma fatia importante, de boa rentabilidade, e que pode ajudar nos negócios. Em 2013, a Mais Polímeros agregou ao portfólio compostos de polipropileno para aplicações não automotivas, em parceria comercial com a Lyondell-Basell.

Distribuidora oficial dos polietilenos, polipropilenos e EVA da Braskem e dos poliestirenos da Unigel, além da nova aliada Lyondell-Basell, a Mais Polímeros fica sediada em Cajamar-SP, e possui uma filial em Pinhais-PR. “Manejamos entre 4 mil e 10 mil toneladas entre compra e venda e temos como projeto ampliar nossa presença e o portfólio de produtos para outros estados, como Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro”, comenta Daniela, revelando ter algumas iniciativas bem encaminhadas com parceiros considerados relevantes, nos mercados nacional e internacional, e que poderão resultar em novos lançamentos para o próximo ano.

Plástico Moderno, Ferraz admite que os negócios ficaram abaixo das expectativas
Ferraz admite que os negócios ficaram abaixo das expectativas

Novo negócio – O andamento no campo da distribuição tampouco foi diferente para a Cromex, atuante no setor desde a incorporação da Resinet, no final de 2012. “Não seguiu de acordo com as nossas expectativas”, admite o diretor comercial da área, Celso Ferraz. A compensação ficou por conta da maior ênfase na importação de especialidades, endereçadas a aplicações técnicas nos setores automotivo, de eletroeletrônicos, e construção civil, entre outros. “Temos focado cada vez mais no crescimento das vendas de produtos que proporcionem maior valor agregado aos nossos clientes.”

Com opinião igual à de outros representantes da distribuição, Ferraz acredita que o crescimento baixo do setor reflete a política econômica do governo, associada ao processo de desindustrialização do país, que tem penalizado o transformador brasileiro de plástico, pouco competitivo com os importados. Para ajudar a mudar esse quadro, ele coloca à disposição da ponta da cadeia um portfólio de produtos inovadores e diversificados, capazes de proporcionar maior valor agregado aos seus clientes.

Essa carteira de produtos é formada por resinas importadas, tanto as commodities como as especialidades. De acordo com o diretor da Cromex, nem mesmo a elevação da alíquota de importação dos polietilenos (de 14% para 20%, que vigorou por um ano, até o final de setembro de 2013) freou os negócios. “O produto importado tem tido seu espaço e cresceu em volume neste primeiro semestre, demonstrando que o transformador brasileiro tem buscado ser cada vez mais competitivo e não ter dependência do abastecimento”, justifica.

As importações da Cromex, contudo, carregam marcas globais renomadas: Arkema, Borealis, Chevron, Chi Mei, Invista, Multibase, NatureWorks, Samsung, Sasol, Total Petrochemical, Tronol, Unigel e outras. Desses nomes, dois são recentes: a Multibase, do grupo Dow Corning, com a oferta de TPE, TPO, TPSi, TPSiv e masterbatches siloxanos; e a NatureWorks, produtora mundial de ácido polilático (PLA), termoplástico derivado de fontes renováveis. Ferraz revela que novas parcerias deverão ser anunciadas em breve.

A estrutura de distribuição da empresa ganhou mais amplitude após a fusão com a Resinet. O fato contribuiu para que a Cromex passasse a contar também com a Bahia para escoar produtos, além dos centros já existentes em São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul.

Exceção à regra – Sem qualquer motivo para queixas, o diretor da Polibalbino, Cláudio Balbino, experimenta expansão sucessiva, de 10% ao ano, desde 2009. Em suas palavras: “No primeiro semestre de 2013, nosso crescimento já atingiu 18,4% e para o último semestre nossa perspectiva é de que supere os 20%.” O feito se sustenta, de acordo com suas informações, na conquista de novos clientes em todos os segmentos da indústria, nos preços competitivos e na ampla grade de resinas, das commodities aos plásticos de engenharia, com principal foco neste último segmento. “O mercado de plásticos de engenharia sempre foi o nosso forte, nós nos especializamos nele porque exige mais conhecimento técnico, e esse tipo de conhecimento, infelizmente, é carente no Brasil”, pondera.

Só os constantes aumentos de preço, que encareceram bastante neste ano tanto as resinas de massa como as especiais, incomodaram Balbino, que buscou uma compensação na oferta de plástico reciclado de origem industrial. “Praticamente para todas as resinas novas que disponibilizamos em nosso portfólio temos como alternativa o mesmo material na condição de reciclado”, relata. Segundo observa, o mercado brasileiro está mais propenso ao uso de material reciclado de qualidade, em consonância com a prática já adotada nos mercados europeu e americano.

Com sede própria de 2.500 m2 em Guarulhos-SP, a Polibalbino distribui resinas da Braskem, Invista, Ticona, Sasol, Sabic, Repsol, Basell, Formosa, Chimei, Honan, Kumho, Mazzaferro, entre outras marcas. Com problema de espaço físico, o seu diretor planeja construir nova fábrica de 3.500 m2 em 2014.

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