Plástico

Degradação termomecânica do polietileno de baixa densidade

Plastico Moderno
29 de setembro de 2018
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    ENSAIOS REALIZADOS

    Os ensaios realizados neste estudo são: Resistência à Tração, DSC (Calorimetria Diferencial de Varredura) e Tempo de Indução Oxidativa (OIT), por métodos normalizados.

    ENSAIOS DE TRAÇÃO

    O ensaio de Resistência à Tração (ASTM D 638-10) foi realizado em corpos de prova injetados, do tipo IV. A velocidade de ensaio utilizada foi de 50 mm/min. Trata-se de ensaio para verificação das propriedades mecânicas dos materiais poliméricos. Foi realizado em máquina universal de ensaio, modelo EMIC DL 3000. Os resultados serão apresentados a seguir em forma de tabela (Tabela 1) e em gráficos (Gráfico 1 e Gráfico 2).

    Plástico Moderno, Artigo Técnico ©QDPlástico Moderno, Artigo Técnico ©QD

    Plástico Moderno, Artigo Técnico ©QD

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    TABELA 1 – Ensaio de Tração

    Neste ensaio de resistência à tração, podemos observar as variações das propriedades mecânicas em relação às variáveis de processamento que acabam ocasionando a degradação termomecânica do polímero analisado, devido à temperatura e ao cisalhamento.

    ENSAIO DE CALORIMETRIA DIFERENCIAL DE VAREDURA

    O ensaio de Calorimetria Diferencial de Varredura, também conhecido como análise térmica de DSC, (ASTM D 3418-08), é utilizado para determinação das temperaturas de transição e entalpias de fusão dos polímeros. O equipamento utilizado foi um DSC Seiko Modelo Exstar 6000.

    Este ensaio foi realizadas somente em duas amostras, selecionadas para a verificação da possível variação das propriedades térmicas do polímero em condições diferentes de processamento. As amostras analisadas estão descritas abaixo, assim como os parâmetros de ensaio:

    Amostra 1 – PEBD virgem, em condições normais de processamento

    A amostra foi retirada do corpo de prova injetado, sendo posteriormente preparada para a realização do ensaio utilizando 8,5 mg do material. O ensaio foi iniciado na temperatura de 23ºC com uma taxa de aquecimento de 10ºC/min até atingir a temperatura de 180ºC em atmosfera inerte de nitrogênio (N2). Ao final do ensaio, obteve-se uma temperatura de fusão cristalina (Tm) de 103,8ºC e uma entalpia de fusão de 23,7429 mJ/mg.

    Amostra 6 – PEBD, 3º reprocessamento

    A amostra foi retirada do corpo de prova injetado, sendo posteriormente preparada para a realização do ensaio utilizando 8,5 mg do material. Os parâmetros utilizados foram os mesmos descritos acima. Ao final do ensaio, obteve-se uma temperatura de fusão cristalina de 103,8ºC e uma entalpia de fusão de 23,0251 mJ/mg.



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