Embalagens

Covid-19: a importância do material plástico diante da nova normalidade

Plastico Moderno
5 de junho de 2020
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     Plástico Moderno -

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    Todos que trabalham em um ambiente fabril estão sentindo fortemente os impactos em larga escala provocados pela pandemia. Mesmo com os prognósticos otimistas da Organização Mundial da Saúde (OMS), a crise mundial será sentida severamente nos próximos dois anos e deve acelerar significativas mudanças na economia, na vida social, no consumo, nas relações de trabalho e em tantos outros contextos da vida.

    Para o setor de Transformados Plásticos e Reciclagem, o contexto ao mesmo tempo que revela grande preocupação, destaca também a sua importância para a sociedade: o plástico torna-se cada vez mais imprescindível para os avanços da medicina e se consagra como aliado chave no combate ao coronavírus.

    Já é possível prever os contornos da nova normalidade cotidiana com a imposição de acentuadas medidas de higiene e de prevenção, que não podem prescindir da contribuição dos produtos do setor.

    Fornecedor de insumos para praticamente toda a produção de bens e serviços, o segmento plástico ganhou relevância, importância e reconhecimento da sociedade, no Brasil e no mundo, nos últimos meses em decorrência da crise sanitária global deflagrada recentemente.

    Para o governo, ficou contundente a necessidade de se colocar em primeiro plano políticas de desenvolvimento econômico que favoreçam definitivamente e eficazmente a nossa tão combalida base industrial.

    O setor do plástico demonstrou a necessidade de nos tornarmos menos dependendentes de produtos importados, especialmente de produtos vindos da China, como no caso de máscaras, ventiladores pulmonares e outros bens considerados relevantes para o combate à doença.

    A crise descortinou também qualidades inquestionáveis dos materiais plásticos as quais estavam submersas nos discursos ambientalistas, apagando seus benefícios e a sua intrínseca relação com questões relacionados à segurança, higiene e a saúde da população.

    Enquanto a pandemia avança, cresce também o consenso sobre a importância do uso do material neste momento de crise sanitária e como banimento de produtos como as sacolas plásticas podem colocar em risco os esforços de contenção da doença.

    Tanto é que o movimento para eliminar as “sacolinhas” nos supermercados teve um revés em diversas cidades dos Estados Unidos e Brasil. Legisladores foram acionados para suspender, ao menos temporariamente, leis proibitivas, comprovando que o plástico, por suas características de descartabilidade e proteção é um forte aliado.

    No país, a Justiça do Estado e São Paulo suspendeu recentemente a lei municipal que proibia o fornecimento de descartáveis (copos, pratos e talheres de plástico) nos estabelecimentos comerciais da capital paulistana.

    Deixamos de ser vilões e passamos a ser heróis.

    Mas o que por outro lado nos enaltece, também nos responsabiliza para manter a produção, cumprir os padrões de qualidade e os prazos de entrega aos clientes, diante de uma quebra de demanda em diversas áreas e um crescimento cada vez maior do setor de embalagens e produtos médico-hospitalares, especialmente máscaras, luvas e protetores faciais – escassos no mercado nacional e com grande dificuldade de importação.



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