Chapas e Perfis

Compostos alcançam desempenho desejado para cada aplicação – PVC

Antonio Carlos Santomauro
11 de janeiro de 2019
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    O atual trabalho da Karina com poliolefinas abrange mercados antes cativos do PVC, pois aplicações como fios e cabos destinados a locais com grande circulação de pessoas já não podem conter halogenados e, por isso, o PVC foi substituído por opções como a combinação entre PE e EVA. Amplia-se também o uso do XLPE, um PE que com a adição de silanos assume caráter termofixo, em revestimentos de cabos de transmissão. “Fios e cabos de PVC estão agora mais restritos à construção residencial e a transmissões em pequenas distâncias”, destaca Penido.

    No próximo ano, ele comenta, a Karina reinaugurará, totalmente modernizada, uma das três torres de produção de sua fábrica, que havia sido desativada há dois anos, depois de sofrer um incêndio. “Nossa capacidade chegará a 400 mil toneladas por ano”, adianta Penido.

    Por sua vez, a Inbra pode até registrar este ano algum crescimento em determinados segmentos: entre eles, a indústria, setor no qual seus negócios podem crescer pelo menos 5%. “No mercado de plastificantes o crescimento será bem maior, até porque a elevação dos preços internacionais do petróleo tornaram nossos plastificantes à base de óleos vegetais ainda mais competitivos”, ressalta Canossa.

    A Baerlocher, diz Mazzaro, deverá encerrar 2018 com números próximos aos de 2017. O mercado calçadista até mantém um bom volume de demanda, pois se beneficia de restrições à chegada de concorrentes chineses. “Para 2019 existe uma esperança grande, e expectativa maior ainda, principalmente em infraestrutura”, comenta. Silva, da BBC, projeta para este ano um crescimento de aproximadamente 10% (índice que pode se repetir em 2019). “Já pudemos sentir uma retomada, ainda modesta, no mercado da construção, e melhoria mais acentuada nos demais segmentos”, ele pondera.

    A Hallstar, afirma Silvana, desde que chegou ao Brasil, em 2015, já passou a produzir localmente produtos como o DOA e DOS (ésteres monoméricos com propriedades plastificantes, respectivamente, à base de adipatos e sebacatos). “Temos planos para produzir aqui também plastificantes poliméricos”, finaliza.



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