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Commodities – Demanda em alta, rearranjo petroquímico e mudanças globais alvoroçam o setor

Maria Aparecida de Sino Reto
27 de outubro de 2007
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    Na opinião do diretor da Braskem, alguns fatores levam a crer que hoje não será como no passado, quando a empresa produzia PVC por esse caminho, inviabilizado pelos baixos preços do petróleo, o que ele não acredita que volte a ocorrer. “Os analistas de energia dizem que os países da Opep terão uma representatividade maior sobre a oferta de petróleo no mundo e controle eficiente da precificação do produto. Além disso, existe uma conscientização global para usar fontes renováveis de matérias-primas.”

    À mesma época programada para a entrada em operação do Comperj, a Braskem pretende estar entre as dez principais petroquímicas globais em termos de valores de mercado. “O objetivo não é só faturamento ou volume de vendas, é o valor agregado efetivamente e o valor da empresa. O direcionamento estratégico é consolidar a posição de mercado em produtos-chave na América Latina e garantir fontes competitivas de matéria-prima”, declarou.

    A indústria petroquímica brasileira sinaliza ter fôlego o bastante para enfrentar o novo ciclo que se desenha no mercado mundial nos próximos anos, com disposição para a inovação tecnológica e aportes de peso. Também está preparado o terreno para acompanhar o grande potencial de crescimento da demanda doméstica. Afinal, o brasileiro ainda consome menos de 30 quilos per capita.

    Plástico Moderno, Commodities - Demanda em alta, rearranjo petroquímico e mudanças globais alvoroçam o setor

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