Plástico

Chillers – Novos modelos ofertados ao mercado embutem a preocupação constrante com questões sustentáveis

Rose de Moraes
26 de outubro de 2012
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    Já os condensadores do tipo placas brasadas são recomendados, segundo Angelini, quando o resfriamento de água é feito por um sistema fechado, como o hidrocooler. “Como a água em circuito fechado não tem contato com o meio externo, ela sempre estará limpa e não provocará a perda de troca térmica e nem o entupimento do trocador”, considerou.

    “Porém, como os trocadores de placas brasadas não permitem a desmontagem e a limpeza, não são recomendados para operar com torres, pois a lama arrastada para dentro do equipamento diminui a troca térmica, podendo provocar até o entupimento do trocador”, alertou o especialista.

    Já os equipamentos resfriados a ar representam uma alternativa, quando não houver água de resfriamento disponível nas instalações. “A grande vantagem dos sistemas resfriados a ar está no custo baixo de manutenção. Esses equipamentos, porém, operam com temperaturas de condensação mais altas, diminuindo, assim, a vida útil dos compressores. Por operarem teoricamente com água gelada e esta circular em circuito fechado, sem impurezas, os dois tipos de evaporadores, casco e tubos da linha VKW e as placas brasadas da linha K, fabricados pela Apema, poderão ser utilizados, mas, para capacidades até 50 TR, os evaporadores a placas brasadas apresentam custos menores”, explicou o diretor Angelini.

    Microplacas – As tecnologias na área de trocadores de calor também têm contribuído para a evolução de periféricos, principalmente chillers e unidades de água gelada. Especializada na produção de vários itens direcionados às aplicações no mercado industrial, como conversores de frequência, soft starters, instrumentação e controles industriais, além de uma completa linha de compressores e controles para o mercado de refrigeração, a Danfoss produz trocadores de calor com tecnologia de placas brasadas.

    Plástico,  Natália Macedo, engenheira de vendas da Danfoss do Brasil, Chillers - Novos modelos ofertados ao mercado embutem a preocupação constrante com questões sustentáveis

    Natália destaca novo trocador recém-lançado e exclusivo

    “O trocador a placas pode ser até 87% menor e mais leve que um casco-tubo e, com isso, o periférico poderá ser mais compacto e mais leve, ocupando menor área (65% menor), e trocando a mesma quantidade de calor”, destacou Natália Macedo, engenheira de vendas da Danfoss do Brasil.

    Outro aspecto importante é que, por comportar volume interno até 80% menor que um casco-tubo, propiciará menor consumo de fluido refrigerante, estando especificado o uso de fluido ecológico.

    A Danfoss, além de fornecer para seus clientes nesse setor, em geral fabricantes de chillers, os trocadores de calor convencionais a placas brasadas do tipo espinha de peixe, também oferece com exclusividade ao mercado os trocadores de calor do tipo microplacas, com design interno diferenciado, para torná-lo ainda mais eficiente. “Esse novo trocador é uma exclusividade da Danfoss. Lançado globalmente em 2011, ele só começou a ser comercializado no Brasil a partir de julho deste ano”, destacou Natália.

    Em comparação com o trocador brasado convencional, o microplacas, de acordo com Natália, apresenta melhor performance, sendo, em média, 32% mais leve, e consumindo 21% menos fluido refrigerante.

    Plástico, Chillers - Novos modelos ofertados ao mercado embutem a preocupação constrante com questões sustentáveis

    Trocador de calor, Danfoss com tecnologia de placas brasadas

    A grande preocupação no uso de fluidos refrigerantes é contar com a adesão de fabricantes em torno da ideia de optar pelo uso de materiais que representem menor risco ao meio ambiente. “Atualmente, as empresas estão buscando uma alternativa ao uso do R22, uma vez que é um gás que agride a camada de ozônio e tem um alto potencial de aquecimento global, enquanto o R-410A tem sido o refrigerante mais utilizado em unidades de água gelada em substituição ao R22, pois não agride a camada de ozônio”, informou Natália.

    No caso do trocador a microplacas da Danfoss, o equipamento está apto a operar com os atuais refrigerantes ecológicos, como o R-410A, o R-407C, o R-134a, entre outros. Além disso, por comportar carga refrigerante menor do que os demais, o novo equipamento está contribuindo para também diminuir a carga de aquecimento global.



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