Plástico

Chillers – Novos modelos ofertados ao mercado embutem a preocupação constrante com questões sustentáveis

Rose de Moraes
26 de outubro de 2012
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    Disponíveis em várias opções de capacidade, desde 3.000 kcal/hora até 600.000 kcal/hora, e com precisão de controle de temperatura da água modulando em até +/-1ºC, e temperatura ajustável entre 5ºC e 25ºC, as unidades de água gelada fabricadas pela empresa contam com recursos avançados em tecnologia e são silenciosas, pois possuem sistema de ventilação com pás serrilhadas. “Por ser um dos itens mais requisitados de nossa linha de equipamentos, resolvemos focar maiores investimentos na unidade de água gelada”, afirma Razori.

    Além de mais eficiente e econômica, a unidade de água gelada ganhou interface digital IHM, tela touchscreen para controle e supervisão de todo o processo, alcançando capacidade de 30 mil kcal/hora e sendo capaz de atender a produções horárias de 150 quilos, tomando por base materiais injetados.

    As unidades de água gelada da Friotec, com capacidades desde 3.000 kcal/hora até 600.000 kcal/hora, destinam-se a diversos processos, como extrusão, para resfriar a água das banheiras que resfriam vários tipos de materiais, tais como perfis e canaletas; e sopro e injeção, para resfriar os moldes dos produtos injetados e soprados, como garrafas PET, frascos diversos, componentes automotivos e para eletrodomésticos.

    De acordo com Razori, a linha de termorreguladores, composta de modelos com capacidades desde 3.000 kcal/hora até 48.000 kcal/hora,

    Plástico, Ronald Razori, diretor de marketing da Friotec, Chillers - Novos modelos ofertados ao mercado embutem a preocupação constrante com questões sustentáveis

    Razori: os periféricos propiciam vários ganhos à transformação – Foto: Divulgação

    também é bastante aplicada nos processos de termoformagem, enquanto os trocadores de calor água – ar, com capacidades desde 22.000 kcal/hora até 150.000 kcal/hora, são muito demandados nas extrusoras tubulares, que requerem o controle da temperatura do ar e sua desumidificação, proporcionando maior brilho, qualidade e espessura uniforme aos filmes.

    “Em todos os processos, a utilização de periféricos proporciona ganhos de qualidade, seja quanto ao acabamento do material plastificado ou quanto ao brilho, contando-se ainda com ganhos na diminuição do ciclo, o que proporciona aumentos de produtividade”, destacou Razori.

    Um bom exemplo de qualidade e de acabamento decorrentes da utilização de unidades de água gelada, segundo lembrou Razori, está na fabricação de molduras de monitores de computador e de televisores LCD, cujo brilho do material ocorre em razão da baixa temperatura da água fornecida pelo sistema de água gelada.

    Razori ainda informa que a unidade de água gelada foi totalmente reformulada e hoje possui interface IHM com touchscreen, sendo possível monitorar e controlar todo o funcionamento da máquina na tela de LCD e com a possibilidade de ser um sistema remoto. Segundo informa, o equipamento oferece sistema de segurança WSM, que envia sinal de alerta para um telefone fixo ou móvel, caso seja detectada qualquer anomalia no funcionamento, e também conta com sistema Inverter, um dispositivo que ajusta a frequência do motor do compressor e, consequentemente, seu giro, executando as tarefas de acordo com a carga térmica, alcançando rapidamente a capacidade de refrigeração sem os picos de partida. Assim, permite economizar até 30% no consumo de energia.

    Para cada caso, uma solução – Bem mais sustentáveis em relação às torres de resfriamento convencionais, que promovem as trocas térmicas por evaporação de grandes volumes de água, os hidrocoolers fabricados pela Apema e com aplicações na área de refrigeração de fluidos de sistemas hidráulicos, como injetoras, também oferecem ganhos de eficiência.

    Isentos do consumo de água, os hidrocoolers não exigem tratamentos de água e nem paradas obrigatórias para manutenção dos trocadores de calor das injetoras, apresentando ainda a vantagem de atender às disposições da ISO 14000. Além disso, a empresa se dedica à produção de componentes para as unidades de água gelada, como condensadores de fluidos refrigerantes para sistemas denominados casco-tubos e sistemas de placas brasadas. A empresa tem acompanhado a evolução das unidades de água gelada no setor plástico, pois sua utilização propicia maior qualidade aos manufaturados e contribui para a produtividade.

    O diretor comercial James José Angelini explica que a gama de condensadores da Apema se estende aos condensadores resfriados a água e a ar. “Os condensadores resfriados a água operam com temperaturas de condensação menores, prolongando a vida útil dos compressores, mas, por outro lado, apresentam a desvantagem do custo de manutenção, quando operam com água de resfriamento em circuitos abertos (torres de resfriamento), mas quando se utiliza água de resfriamento em circuito fechado esta desvantagem inexiste”, explicou.

    Os condensadores do tipo casco e tubo, segundo ele, são normalmente utilizados quando são adotadas torres de resfriamento como meio de resfriar a água de condensação. “Como a água circula pelo lado dos tubos, os cabeçotes removíveis permitem a desmontagem e a limpeza interna dos tubos.”



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