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Chillers – Novos modelos ofertados ao mercado embutem a preocupação constrante com questões sustentáveis

Rose de Moraes
26 de outubro de 2012
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    Por contar com compressor digital autoajustável, esse periférico também economiza energia, permitindo controlar e ajustar a capacidade de refrigeração. Uma evolução muito importante apresentada por esse periférico compacto e assinalada por Zimmaro é que o equipamento dispensa reservatório de água externo e possui bomba independente, alcançando temperatura máxima da água de condensação de 40ºC.

    Fabricados em módulos compactos, tendo cada unidade capacidade para refrigerar até 90 mil kcal/hora, os novos chillers permitem aos usuários agregar um total de seis módulos ao sistema montado em estrutura de aço inoxidável, sem alterar as tubulações de água, ampliando, assim, a capacidade total de refrigeração para 540 mil kcal/hora numa única instalação, para poder atender às demandas de várias injetoras. Com o chiller modular, só é preciso ampliar o sistema com a instalação de módulos adicionais para aumentar a produção.

    Entre os dispositivos mais avançados, o novo periférico traz compressor digital para controle da rotação do compressor, IHM touchscreen para facilitar as operações e as manutenções, além de ter sua construção especialmente dimensionada para operar com o refrigerante R-410A, considerado atualmente o mais amigável ao meio ambiente.

    Os equipamentos da Mecalor contam com central eletrônica com display IHM, interligada a um CLP, aptos a executar todas as funções de controle, revezamento de compressores, proteção e sinalização de operações e de falhas, e que fornecem informações que podem ser acessadas por meio de sistemas remotos. A empresa fabrica unidades móveis de água gelada, chillers com condensação a água e a ar e minichillers, com tecnologias avançadas e capacidades de resfriamento de 3.000 kcal/hora até 5.000 kcal/hora. Mas, além do chiller modular ecológico da linha CHM e do drycooler modular, a empresa também destacou o estabilizador de temperatura ETZ.

    As melhorias em prol da eficiência energética reduzem a necessidade de investimento em infraestrutura, aumentam a competitividade e diminuem as emissões de CO2 na atmosfera. Ou seja, a eficiência energética tem efeito multiplicador sobre o setor produtivo e industrial e, por isso, encontra muitos adeptos, como o vice-presidente da Piovan do Brasil: “A eficiência energética é uma ferramenta poderosa e eficaz para a redução de custos e para alcançarmos um futuro mais sustentável. Responsável por 30% de toda a energia utilizada globalmente, o setor industrial também responde por cerca de 40% das emissões globais de CO2 e, por isso, é tão importante oferecer soluções em periféricos altamente eficientes do ponto de vista energético, para não só aumentar a competitividade industrial, como também contribuir para o meio ambiente, reduzindo as emissões de carbono”, insiste Prado.

    Com esses conceitos, a empresa vem destacando no mercado equipamentos capazes de reduzir as emissões de CO2. Um deles é o desumidificador de PET, denominado Genesys. Autorregulável, esse periférico permite aos transformadores reduzir o consumo energético na produção de transformados de PET, sejam pré-formas ou outros materiais.

    “Só contando as máquinas Genesys instaladas até o momento, pudemos verificar que os novos sistemas proporcionaram uma economia da ordem de mais de 43.630 GW, o que equivale a uma redução de emissões de carbono de mais 21.414 kg por ano”, calculou o vice-presidente da Piovan do Brasil.

    Em se tratando de chillers de alta performance, como os das linhas EcoSmart e PET Chiller, a economia proporcionada aos usuários, segundo comparou ele, é de mais de 60% no consumo de energia, comparativamente com as soluções convencionais em uso no mercado.

    Com capacidade para acompanhar todas as variações de processo relacionadas com as necessidades de vazão e de pressão, promovendo autoajustes às condições requeridas pelas máquinas de transformação, tanto os desumidificadores Genesys como os chillers EcoSmart e PET Chiller são considerados periféricos de última geração e foram desenvolvidos para funcionamento contínuo.

    “Ao se trabalhar com sistemas avançados como esses não há qualquer necessidade de intervenção de operadores. Assim, se um molde foi trocado, se a matéria-prima foi fornecida com mais ou menos umidade, se a temperatura do ambiente mudou, entre tantas outras variações que podem ocorrer, o sistema é capaz de ajustar automaticamente as vazões, capacidades, quantidades de ar etc.; e, ao final, otimizar o uso de energia”, explicou Prado.

    Condição crítica – Especialmente concebido para processos com exigências extremamente críticas (como quando as variações de temperatura não podem ultrapassar sequer 1 grau C), o estabilizador de temperatura ETZ da Mecalor também atua como pressurizador (booster). O novo desenvolvimento partiu da observação de que nem sempre as redes de água gelada que atendem as linhas de injetoras e sopradoras se mostram perfeitamente adequadas para processos que exigem alta vazão, além de temperatura e pressão estáveis, ocasionando oscilações indesejáveis.

    Isso costuma ocorrer em operações com moldes multicavidades ou nas injeções de ciclo rápido, nas quais a diferença entre a temperatura de entrada e de saída do molde deve ser inferior a 2ºC, e também quando estão em operação várias injetoras, correndo-se o risco de a última delas ficar sem água. Casos que serão solucionados, de acordo com os técnicos da Mecalor, pelo novo estabilizador, que evita o efeito dessas variações, propiciando o fornecimento de água gelada com alta vazão.


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