Brasilplast 2011 – Sopradoras – Fabricantes apostam na retomada do setor e preveem crescimento

Plástico moderno, Newton Zanetti, Brasilplast 2011 - Sopradoras - Fabricantes apostam na retomada do setor e preveem crescimento
Zanetti: clientes têm buscado modernidade e automatização

Embora a Pavan Zanetti não tenha apresentado novidades nos últimos dois anos, a empresa reforça a preocupação em fornecer equipamentos com boa relação custo/benefício, com o menor Kw/hora por quilo de resina plástica processado. “Projetamos equipamentos para manter o melhor fator possível com os recursos atuais e temos obtido bom resultado”, garante Newton Zanetti. “Esse período foi ótimo e o mercado tem buscado inovação, tanto que as Bimatic nos seus diversos modelos e capacidades foram as mais vendidas pela modernidade e automatização oferecidas.” Para o sopro de PET, Zanetti destaca o modelo automático Petmatic 3C/2L de sopro e estiramento de pré-formas até 3.000 unidades/hora de 500 ml e 2.400 unidades/hora de frascos com volume de até 2 litros, lançado no ano passado e com boas vendas graças ao financiamento por meio do Finame. “Além da alimentação automática de pré-formas, tem saídas com esteiras e possibilidade de automatização em linha de teste de estanqueidade, etiquetagem e também na etapa de ensacamento.”

As máquinas de sopro convencional da Pavan Zanetti se destinam, em sua maioria, para embalagens plásticas nos segmentos de higiene e limpeza, cosméticos, alimentos e fármacos, além dos modelos de acumulação da série HDL, para a fabricação de bombonas de polipropileno de 20 litros para água mineral e embalagens para o setor automotivo. Por enquanto, a empresa não tem planos de máquinas elétricas em andamento. “Mas fazem parte de nossos estudos preliminares: aprender a engenharia do setor e encaminhar um projeto para o próximo ano”, adianta o diretor. Para a Brasilplast, a empresa de Americana deve lançar a série HPZ, de sopradoras voltadas ao mercado de 10 até 500 litros de volume soprado.

A Romi destina entre 4% e 5% de seu faturamento para investir em pesquisa e desenvolvimento, proporcionando alta taxa de renovação do portfólio, com máquinas de hidráulica mais avançada. “Cerca de 40% dos produtos vendidos são desenvolvidos com pelo menos três anos de antecedência, o que denota nossa preocupação em identificar tendências e demandas dos clientes, não só na construção da máquina, mas também na seleção dos controles”, explica Hermes Lago. Para acompanhar essas tendências, a Romi adianta, entre os planos para 2012, o protótipo de uma sopradora elétrica. Na Brasilplast, a empresa deve apresentar um modelo para PET, com maior capacidade e cadência de produção.

Página anterior 1 2 3

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Adblock detectado

Por favor, considere apoiar-nos, desativando o seu bloqueador de anúncios