Brasilplast 2011 – Periféricos – Sistemas propõem mais eficiência

O controlador EBC (Easy Blow Controler) mede e controla a largura dos filmes automaticamente nas extrusoras do tipo balão, sendo composto de três sensores ultrassônicos posicionados a cada 120 graus em torno do balão, um CLP e duas válvulas pneumáticas.

O IBC (Internal Bubble Cooling), por sua vez, trata-se de um resfriador de ar interno que mede e controla a largura dos filmes automaticamente nas extrusoras do tipo balão e com cabeçote fixo. Também composto por três sensores ultrassônicos posicionados a cada 120 graus em volta do balão e um CLP, possui ainda duas saídas para permitir o controle proporcional da velocidade de entrada e de saída de ar do balão.

Novidades em alimentadores – As linhas de alimentação na indústria do plástico também contam com novos aprimoramentos, que permitem alcançar maior eficiência e economia. O novo sistema de controle de alimentação centralizado lançado pela Piovan Easy3 é um deles, pois conta com interface mais amigável com o operador e com maior velocidade, propiciando reduzir o tempo de reação e melhorar o consumo energético. Ainda oferece novas opções de aplicação, incluindo uma solução para cada tipo de necessidade, saindo de fábrica pronto para estabelecer conexões com o programa WinFactory.

No mais, esse periférico oferece ampla gama de soluções para transporte de grãos e de moídos e também é apresentado com farta linha de funis alimentadores, até para materiais com baixo peso específico. Comporta capacidades desde 1 litro até 200 litros, abrangendo grânulos, microgrânulos, flakes e também materiais abrasivos.

Entre as várias exclusividades oferecidas pela Moretto se destacaram os sistemas de alimentação trifásica Quad, e as unidades de aspiração trifásica com sistema de válvula Quad, que promove derivações para atender e alimentar a injetora com quatro componentes.

“A série Quad de unidades de aspiração trifásica permite gerenciar até quatro funis alimentadores trifásicos com a possibilidade de uso de válvula de relação e de válvula de limpeza, propiciando às indústrias contar com tecnologia de ponta com custo/benefício compensador”, informou Eduardo Caldana, gerente de área da Moretto do Brasil, unidade pertencente à Moretto Plastics Automation.

O lançamento programado para essa Brasilplast, no entanto, foi desenhado para a área de desumidificação. Trata-se de um sistema flexível, projetado com novo funil, que propicia maior economia, apresentado na série de dryers XD/OTX.

Plástico Moderno, Eduardo Caldana, Gerente de área da Moretto do Brasil, Brasilplast 2011 - Periféricos - Sistemas propõem mais eficiência

A nova empacotadora automática demonstrada pela BGM ensaca até quatro mil quilos por hora, ao operar com bobinas. Exposta na feira com silo alimentador comportando quatro mil litros, o periférico denominado Packing Line é considerado ideal para materiais granulados, propiciando o enchimento dos sacos com os materiais, a pesagem, a selagem, a impressão da embalagem e sua colocação nos paletes.

[toggle_simple title=”Paletes de PP substituem a madeira com vantagens” width=”Width of toggle box”]

Dez paletes de polipropileno inseridos na cadeia logística de transporte e movimentação de cargas equivalem a poder preservar na natureza uma árvore de pinus que levou muitos anos até chegar à fase adulta. Com esse forte apelo ecológico, poucas indústrias ousariam se opor à ideia de substituir os paletes de madeira pelos paletes de PP. Poucas, sim, porque cresce o número de empresas adeptas ao uso dos paletes de PP, a começar por petroquímicas e várias companhias do setor químico, como a Cabot, que também fazem uso dessa nova solução.

Na realidade, o palete de PP, denominado Pack Less, existe há pelo menos quatro anos, e já conquistou adeptos não só por possibilitar a preservação da natureza, como também pela sua comprovada adequação à movimentação e estocagem de cargas e também pela segurança e economia proporcionadas aos usuários.

Apresentado por seus idealizadores José Roberto Durço e Rodinei Lapietra Jr., diretores da empresa que encampou o mesmo nome do palete, a Pack Less, em evento promovido pela Braskem durante a 13ª Brasilplast, o palete de PP se tornou conhecido de mais uma grande parcela de público pelos vários benefícios decorrentes de seu uso.

Primeiro, pela possibilidade de preservar a natureza, fazendo-se uso de um material plástico (o polipropileno) bem mais leve e durável, produzido em base flexível, mas com estrutura alveolar, e que pesa apenas três quilos. Segundo, porque, apesar da leveza do material comparativamente à madeira, o palete de PP possui elevada resistência, sendo capaz de suportar até 1,5 tonelada de carga em movimento e até 4 toneladas de carga estática, bem como até 14 toneladas de carga de compressão, de acordo com testes e homologações realizados pelo fabricante no Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT).

Inicialmente, o palete Pack Less foi desenvolvido para movimentar e estocar cargas embaladas e acondicionadas em sacarias e big-bags, mas, com o passar do tempo, ganhou maior versatilidade, e começou a ser utilizado no transporte de pré-formas e outras cargas volumosas, servindo também de suporte a diferentes tipos de embalagem, até mesmo as compostas com outros materiais, como o papelão.

“Várias empresas estão acreditando no nosso novo conceito, como a Cabot, que está utilizando os Pack Less para transportar negros de fumo, e a Coca-Cola, que implementou a solução combinando-a com o uso de caixas de papelão para transportar pré-formas de PET”, informou José Roberto Durço, diretor da Pack Less.

A alternativa aos paletes de madeira, segundo lembrou o diretor, é produzida por laminação, e reúne características muito importantes para as suas funcionalidades, como ser inquebrável e impermeável e também propiciar melhor higienização, dispensando a obrigatoriedade de passar pelo processo de fumigação, voltado ao controle de pragas, exigência dos órgãos sanitários em relação ao uso da madeira, e também apresenta a vantagem de ser um produto não higroscópico e que impõe barreira à umidade.

“O Pack Less é também 70% mais eficiente sob o aspecto de economia de energia e otimiza todo o sistema de transporte de cargas, eliminando possíveis entraves relacionados com a logística e facilitando as atividades de exportação”, finalizou o diretor Durço.

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Para desenvolver a nova enchedora/empacotadora, a empresa partiu da observação de que esses periféricos não estavam acompanhando com a mesma rapidez a produção das extrusoras e pela constatação de que esse tipo de periférico apresentava preços altíssimos para cumprir a finalidade de ensacar, que hoje representa uma necessidade comum a todas as indústrias.

A velocidade alcançada pela enchedora é outro atrativo, pois o equipamento é capaz de ensacar uma embalagem a cada quinze segundos, com precisão em faixa de variação até dez gramas. Outras vantagens, segundo Walner Ricardo Cavallieri, diretor da BGM, estão relacionadas com a utilização de sacos em bobinas, em torno de 50% mais baratos do que os sacos valvulados, e ainda com a possibilidade de se poder sincronizar o trabalho da enchedora com o de uma impressora colorida para se imprimir logomarcas e outras informações sobre os produtos embalados, sejam compostos, aditivos, masterbatches, entre outros materiais granulados, que poderão ser fornecidos em sacos personalizados aos clientes.

Plástico Moderno, Walner Ricardo Cavallieri, Diretor da BGM, Brasilplast 2011 - Periféricos - Sistemas propõem mais eficiência

Moinhos estão mais versáteis – Para o transformador que ainda enfrenta problemas decorrentes de moagens ineficientes de peças volumosas, como para-choques automotivos e pneus, o novo megamoinho provido de sistema de facas endurecidas desenvolvido pela Primotécnica, e com capacidade para triturar 10 mil quilos/hora, oferece solução compatível para enfrentar as mais críticas condições de moagem.

Plástico Moderno, Brasilplast 2011 - Periféricos - Sistemas propõem mais eficiência
Moinho projetado para operar junto à linha de termoformagem

“Trata-se de moinho triturador/recuperador do tipo schredder, muito requisitado pelo mercado para a moagem de componentes automotivos, componentes de geladeiras, reciclagem de pneus para abastecer usinas de asfalto, entre outras inúmeras aplicações”, informou Dante Casarotti, diretor da Primotécnica.

Outros moinhos expostos nessa feira foram conferidos no estande da Tria, como o modelo concebido para operar conjuntamente com linhas de termoformagem, com capacidade de moagem para 200 quilos/hora, além do moinho triturador BLM/5040, com capacidade para triturar 400 quilos/hora, projetado para a moagem de peças com grande volume, como bombonas sopradas, até 50 litros.

No estande da tradicional fabricante Mecanofar, o visitante também pôde conhecer de perto alguns exemplares da linha de moinhos fabricados pela empresa, com capacidades variáveis entre 50 kg/hora até 1.000 kg/hora.

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