Brasilplast 2011 – Masterbatches – Muito além da cor

Para sobressair no concorrido mercado de masterbatches, os fornecedores apostam em produtos sustentáveis, de tecnologia avançada e em soluções sob medida.

A 13ª edição da Brasilplast trouxe aos visitantes um bom panorama do mercado de masterbatches no país. Entre as dezenas de fornecedores, o clima do evento foi de puro otimismo com muitos deles comemorando, já nos primeiros dias da feira, excelentes contatos e negócios para o ano inteiro – principalmente se comparado ao da última edição, ocorrida em plena crise de 2009.

Já há algum tempo (e cada vez mais), o masterbatch vai muito além das cores do arco-íris. A saída encontrada por muitos fornecedores para se manter nesse competitivo mercado tem sido a oferta de soluções extremamente exclusivas para os transformadores de todos os segmentos. “Os fenômenos da personalização e das soluções conjugadas para cada tipo de aplicação serão os grandes motes desse mercado”, explica Sérgio Dulcini, diretor executivo da A. Schulman.

Proporcionar produtos finais de maior qualidade, superar questões técnicas – que dão novas propriedades aos plásticos –, reduzir custos operacionais e adequar-se à realidade da sustentabilidade marcaram a participação de muitos expositores. A globalização também se fez presente: o mercado assiste à entrada de multinacionais que adquirem empresas locais com expertise para aumentar a sua presença em regiões de alto crescimento, com a facilidade de distribuição para outros mercados da América Latina. Bons exemplos são as norte-americanas PolyOne, que recentemente comprou a Uniplen e a Polimaster, e a A. Schulman, que adquiriu no ano passado a Mash Compostos Plásticos e a ICO Polymers.

Soluções avançadas – Presente no mercado mundial nos segmentos de plásticos de engenharia, masterbatches, rotomoldagem (ICO Polymers) e distribuição de resinas (exceto no mercado brasileiro), a A. Schulman apresentou o amplo portfólio que já está à disposição do transformador sul-americano, além de reforçar as últimas ações do megagrupo norte-americano. Entre elas, a meta de ocupar a liderança no segmento de masterbatches, com soluções para todos os tipos de resina, inclusive as de engenharia, como poliamida e PET. “Como empresa global temos contratos e fornecimentos regulares para diversas multinacionais presentes no Brasil, o que motivou nossa vinda para o país, nos deixando mais próximos desses clientes na busca de soluções, como acontece na Alemanha e nos Estados Unidos”, explica Fernando Nicolosi, diretor comercial. “99% dos produtos da A. Schulman nascem da necessidade do mercado.” A empresa produz masterbatches, compostos e outros materiais nas unidades locais e, de acordo com o diretor, as novidades da feira já estão disponíveis para os clientes e podem ser fabricadas futuramente no Brasil.

A Polybatch, divisão de negócios de masterbatches do grupo, apresentou o Papermatch, produto que confere ao plástico (PEAD, PE e PP) o toque, a aparência e o desempenho do papel, incluindo capacidade de impressão, podendo ser dobrado, riscado e ter a rugosidade da superfície adaptada conforme a aplicação (filmes soprados e cast para diversos usos).

Plástico Moderno, Bernard Baert, Presidente para Europa e America do Sul, Brasilplast 2011 - Masterbatches - Muito além da cor
Baert: pacotes personalizados asseguram vantagem competitiva

Outro destaque foram os antiestáticos permanentes não migratórios Polybatch ASP 3000, para extrusão de embalagens multicamadas de PE, e o ET 2010 SC, para rótulos de PP e de BOPP. Para o setor de plasticultura, disponibiliza masterbatches de aditivos especiais para controle de temperatura (NIR 7707) e de luz em estufas (absorvedor de IR, bloqueador de UV), que visam, além da melhora da cultura, o controle de pragas. Ainda nessa família a empresa traz a linha antifog para polietilenos, com produtos que eliminam gotas de água condensadas em embalagens e filmes.

Para o segmento de embalagens, oferece a linha Polybatch Matte-Dul, masterbatches que conferem aos filmes um acabamento fosco e acetinado ao toque. De acordo com Nicolosi, o produto melhora a aparência e diferencia a embalagem no ponto de venda, especialmente as destinadas a produtos alimentícios. A empresa também anuncia, ainda em fase de desenvolvimento, um masterbatch que promete eliminar o ruído de embalagens como as de batatas fritas. “Além de ampliar o mercado dos coloridos, traremos avanços técnicos para a utilização em filmes e outras aplicações que aumentam a produtividade, a qualidade e reduzem o custo do produto final”, adianta o diretor comercial.

A norte-americana PolyOne, sediada em Cleveland, Ohio, também aposta em um pacote de soluções avançadas sob medida para melhorar os processos operacionais. De acordo com Bernard Baert, presidente para Europa e América do Sul, o objetivo é oferecer formulações que permitam aos clientes produtos diferenciados e vantagens competitivas. A empresa adquiriu recentemente dois dos principais produtores brasileiros de materiais especializados de engenharia e de cores e aditivos concentrados (Uniplen e Polimaster), com fábricas em São Paulo, Santa Catarina e Novo Hamburgo-RS. “O evento é uma oportunidade de receber nossos clientes, discutir a especialização e o compromisso com o crescimento na América do Sul”, resume o presidente.

Para o mercado de injeção, extrusão contínua e intermitente, o destaque ficou por conta do aditivo OnCap CTR Performance, agora disponível globalmente e fornecido como concentrado de aditivo ou como parte de um aditivo Smartbatch em combinação com um concentrado de cor. De acordo com a empresa, o produto melhora a eficiência energética e o rendimento, aumentando a capacidade de produção. “Para aplicações de moldagem por injeção, o aditivo permite, pelo menos, 30% de redução no tempo de ciclo”, destaca Baert. Em termos de qualidade, o aditivo pode melhorar a consistência, a estabilidade dimensional e o acabamento superficial das peças moldadas.

No segmento destinado aos elastômeros termoplásticos (TPE), apresentou três novos itens para a linha OnFlex HFFR série 300 de retardantes de chama não halogênios, destinada a cabos flexíveis, cabos de força, cabos acessórios, conectores, plugues e revestimentos utilizados em equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos. Com esses produtos (360-0185; 361-0190 e 315-01), a empresa amplia as opções para o mercado de aplicações que necessitam atender aos diferentes requisitos de regulamentação e padrões ambientais, com maior desempenho de retardantes de chama e melhor aparência sem o uso de halogênios ou ftalatos.

Para a linha médica (por exemplo, tubos longos com pequeno fluxo), a PolyOne oferece o Versalloy HC em vários graus. O produto apresenta excelente fluxo, menor taxa de encolhimento e melhor aparência que os elastômeros termoplásticos vulcanizados, incluindo sensação tátil, sem o uso de nitrosaminas, ftalatos ou cloreto de polivinila.

No evento, a PolyOne aproveitou também para lançar para o mercado global as primeiras ofertas de Stat-Tech CNT, já disponíveis na Ásia. Essas formulações, à base de poliacetal (POM), polieterimida (PEI), poliéter-éter-cetona (PEEK) e policarbonato (PC), possuem tecnologia avançada de nanotubos de carbono que aumentam a condutividade e visam a satisfazer à demanda de exigências das indústrias de eletrônica, como armazenamento de mídia, embalagens de circuitos integrados e dispositivos semicondutores. Por essa tecnologia, a formulação pode ser usada em cargas menores e, como resultado, o aditivo tem efeito mínimo sobre as propriedades como resistência, retração, empenamento e viscosidade. De acordo com a empresa, o produto oferece desempenho de descarga eletrostática, mantendo propriedades mecânicas, além de auxiliar a melhora das taxas de produtividade e acelerar os tempos de ciclo de produção.Plástico Moderno, Brasilplast 2011 - Masterbatches - Muito além da cor

Pegada verde – Entre as novidades apresentadas pelos fabricantes de masterbatches merecem destaque as soluções eco friendly, que visam a reduzir o impacto ambiental. Nessa linha, a PolyOne apresentou o sistema de corante líquido ecoconsciente, o OnColor Complete Solutions, que fornece uma solução completa de entrega, gestão, uso e reposição de corantes líquidos para injeção, extrusão e sopro. O sistema consiste em um circuito fechado de corantes líquidos recarregáveis em recipientes retornáveis, com tecnologia de medição que elimina desperdícios com o derrame. Além de aumentar a segurança dos funcionários, acaba com muitas das desvantagens com o uso do corante líquido tradicional: os tambores vazios são devolvidos para o reabastecimento e reutilização, eliminando embalagens inutilizadas, equipamentos da limpeza, custos associados e o impacto ambiental global das operações da clientela.

A linha ECCOH Solar-T LSFOH, também da PolyOne, de não halogenados para vários mercados finais (como fios e cabos), permite aos transformadores mais rapidez para atender às regulamentações, além de melhorar a sustentabilidade de seus produtos. Classificados como soluções sustentáveis, de acordo com a empresa, os produtos ECCOH são altamente retardantes de chama, não corrosivos, oferecem baixa toxicidade e densidade de fumaça, além de garantirem alto desempenho para os segmentos de fibra óptica, ferroviário (material circulante e infraestrutura), energia solar, gás, petróleo e mineração, entre outros. “Para atender às necessidades específicas, cada formulação ECCOH também pode ser fornecida com a cor adequada, com aditivo UV e com masterbatches disponíveis para PEAD, PBT e TPU”, acrescenta Baert.

A Clariant, por meio da BU Masterbatches, também enfatizou novidades que trazem maior segurança e sustentabilidade, algumas desenvolvidas nos laboratórios brasileiros. Entre os lançamentos, a empresa apresentou duas linhas de cores e aditivos compostáveis: a Cesa-compostable, de estabilizantes UV, agentes split/antiblock, antiestáticos e branqueadores ópticos; e a Renol-compostable, com 80 cores, que ampliam a linha de aditivos e pigmentos “naturais”.

Ambas foram produzidas em conformidade com a norma EM 13432 e recebem o Ok Compost pela Vinçotte. No catálogo da empresa, os destaques ficam entre o Renol-BL e BA (disponíveis desde 1995) e os aditivos e pigmentos top da linha Renol-natur (lançados em 2007 e 2008). “Os novos produtos compostáveis ampliam as possibilidades do PLA normalmente utilizado em filmes agrícolas e sacolas, podendo ser usados em diferentes aplicações que entram em contato com alimentos e outros bens”, explica Roberto Guzmán, diretor de marketing para a América Latina da BU Masterbatches.

Plástico Moderno, Roberto Guzmán, Diretor de marketing para América Latina da BU Masterbatches, Brasilplast 2011 - Masterbatches - Muito além da cor
Guzmán apresentou um composto plástico para substituir madeira

A empresa também desenvolveu um combibatch de alto desempenho, composto plástico feito com casca de arroz que agrega cor e uma formulação de aditivos com qualidades antifungo e antimicrobianas. O novo material, visto em forma de perfilados de assoalho no estande da empresa, visa a substituir a madeira com maior leveza em diversos segmentos, como o da construção civil e em peças que entram em contato com água, como decks.

A nacional Cromex também apostou em masterbatches para as novas linhas de cores e aditivos para os plásticos de fontes renováveis e biodegradáveis, especialmente os feitos com o polietileno verde fabricado pela parceira Braskem. Para esta e mais dez empresas com essa finalidade, a Cromex desenvolve várias cores com efeitos especiais e metalizados, além de outros aditivos para os plásticos verdes que conferem propriedades como antibloqueio, barreira aos raios ultravioleta, antiestáticos e antifog.

Na Ecomaster, de Franco da Rocha-SP, o destaque ficou por conta do Ecomate, masterbatch de aditivos oxibiodegradáveis. David Campos, gerente comercial, explica que o produto combina vários aditivos e, ao ser adicionado a plásticos convencionais como PP e PE, faz com que se tornem oxibiodegradáveis. “Na primeira etapa, o plástico se degrada por causa da oxidação. Em condições ideais, biodegrada até atingir um peso molecular para o consumo dos micro-organismos”, explica. “Depois dessa etapa, o plástico é convertido em dióxido de carbono e água.”

Em duas versões (EC 1205 e EC-1207), o Ecomate atende aos requisitos de oxidegradação, biodegradação e ecotoxicidade de diversas normas, entre elas a ASTM D6954-04 e a OK Compost pela Vinçotte, que determinam exigência mínima de 90% de biodegradação em dois anos. “Observa-se uma queda no volume de vendas do masterbatch branco, resultado do comportamento do mercado de extrusão para sacolinhas de mercado que agora devem atender à nova legislação”, afirma.

Para avaliar o desempenho do aditivo, a Ecomaster utilizou o produto colocado a 1% em uma das máquinas da Carnevalli em atividade durante o evento. De acordo com o gerente, o foco da empresa continua sendo o mercado de extrusão, porém com produtos específicos para cada cliente. É o caso dos destinados à ráfia, produzidos com cretáceos naturais e teor de sílica inferior a 1% que tornam o masterbatch menos abrasivo, prolongando a vida útil dos equipamentos. “Desenvolvemos produtos que atendam às necessidades ecológicas e, ao mesmo tempo, proporcionem maior produtividade e redução de custos de manutenção dos equipamentos.”

Com capacidade instalada de 650 toneladas/mês, a empresa estima atingir 1.200 toneladas/mês com a chegada de duas novas extrusoras. “Com novos produtos, a meta para o segundo semestre é crescer 30%”, explica Campos. Entre as novidades, a Ecomaster também apresentou a nova linha de masterbatches e compostos antichama (halogenados ou não) para várias resinas, além dos específicos para filmes agrícolas de PEBD (antitérmicos, UV, difusores de luz, antifungos e especiais para mulching e multicamadas). O gerente também destacou o Eco Drier, absorvedor de umidade e gás lançado no final do ano passado, e o Eco Clean, aditivo antimicrobiano composto por nanopartículas de prata.

A Colorfix, de Colombo-PR, apostou num pacote de sustentabilidade, com o lançamento do masterbatch da linha BioFix para atender o mercado de biodegradáveis. Também destacou o Bactix, contendo aditivo que impede a proliferação de bactérias, o aparecimento de manchas e a perda de propriedades mecânicas do plástico. Apresentado pela primeira vez em um evento de grande porte, o produto tem aprovação para o uso em embalagens alimentícias.

De acordo com Thalita Garcia, do departamento de marketing, a empresa vem desenvolvendo ainda uma linha de masterbatches pretos de alta tecnologia para filmes para agricultura e tubos de irrigação e alta pressão. “Cada um deles oferece características específicas que conferem desempenho superior em relação aos materiais convencionais”, completa. Além de masterbatches perolizados e com glíter, a Colorfix também trouxe masters de efeitos, como os fotocrômicos (mudam de cor na presença de luz) e os termocrômicos (mudam de cor conforme a temperatura), sendo os últimos destinados para utilidades domésticas e produtos infantis, como mamadeiras, banheiras e brinquedos.

Na Cromaster, de São Paulo, o destaque ficou por conta da linha de masterbatches biodegradáveis para PLA, PHB e TPS, destinados principalmente à produção de filmes e sacolas. J. Fernandes B. Filho, diretor comercial da Cromaster-SP, também salientou as vantagens da linha Cromalem, desenvolvida para o processamento de fibras de multifilamentos. “Com boa dispersão dos pigmentos, prolonga a vida útil dos equipamentos e ainda oferece concentrados protetores contra raios UV, especialmente para fibras de polipropileno.”

Cada vez mais específicos – A Clariant estreou na Brasilplast a linha Remafin-pealfect, de masterbatches de alto desempenho com efeito perolescente para diferentes resinas em processos de injeção, sopro e extrusão. O desenvolvimento, feito no Brasil, demorou seis meses e deve ser apresentado globalmente em 2012. “O novo processo protege as partículas perolescentes de danos que ocorrem durante a composição do masterbatch”, explica Roberto Guzmán, diretor de marketing para a América Latina da BU Masterbatches. “Ao contrário de materiais convencionais que não são dispersos adequadamente na fabricação do máster, exigem mais quantidade e acumulam nas máquinas provocando defeitos na peça final.” A tecnologia melhora também a dispersão (elimina aglomerados que aumentam taxas de sucata), evita a diminuição de velocidade dos equipamentos (para proteger as partículas) e deixa menos resíduos na peça. “Além de menos tempo para limpeza das máquinas, as peças finais ganham o brilho perfeito e na forma mais pura, características exigidas principalmente no segmento de eletrodomésticos e nas embalagens de cosméticos e personal care.”

A questão da qualidade do produto final em relação aos pigmentos perolizados também foi a tônica da Termocolor, que investiu no desenvolvimento de uma linha de alta performance, que resiste a temperaturas de até 250ºC. De acordo com a empresa, o novo masterbatch não perde a qualidade de dispersão e garante um resultado final sem manchas ou oscilação de cores.

Para produtos que demandam insumos excepcionalmente puros, a Clariant lançou a linha de masterbatches Mevopur para diversas resinas e elastômeros termoplásticos. Destinados a artigos médicos e embalagens de fármacos, a linha – em várias cores e propriedades diversas, como agentes antiestáticos e antimicrobianos – obedece a certificações específicas e rigorosas desses segmentos por se tratarem de itens que entram em contato com o corpo humano.

A Uniflon, de São Paulo, apresentou sua linha de masterbatches de aditivos lubrificantes (bissulfeto de molibdênio, grafite e PTFE) na forma de pellets. De acordo com Luciano Marques Barth, as aplicações mostram o bom desempenho da linha em resinas como náilon e poliacetal. “Além da facilidade de dosagem e a limpeza do local, os produtos têm propriedades autolubrificantes que ajudam a diminuir as paradas de máquinas para limpeza”, explica.

Nanotecnologia aplicada – Outra tendência apresentada pelos fabricantes de masterbatches tem sido o uso da nanotecnologia para dar novas propriedades aos plásticos, como possibilidade de reciclagem, maior resistência e flexibilidade, entre outras. A Nanox, de São Carlos-SP, primeira empresa nacional de nanotecnologia, criada em 2005, estreou na Brasilplast destacando a utilização de seu aditivo antimicrobiano NanoxClean para a indústria do plástico, em forma de masterbatches para PP, PE, EVA, ABS, PS, PC, náilon e poliacetal, conforme as necessidades dos clientes.

Por meio dessa tecnologia, a prata – que não apresenta toxicidade – age com elevada eficiência como agente antimicrobiano sem alterar as propriedades físico-químicas dos produtos finais. A empresa já fornece aditivos antimicrobianos para o mercado têxtil, eletroeletrônicos, arquitetura e decoração, tintas e vernizes, entre outros. Gustavo Simões, presidente da empresa, comemora a alta procura de empresas do plástico interessadas no agente antimicrobiano e nos negócios fechados durante o evento. “Somos a única empresa brasileira a obter a aprovação da Anvisa para a utilização do produto em contato com alimentos, e isso deve ampliar a nossa atuação no segmento de utilidades domésticas e embalagens alimentícias.”

Nessa mesma linha, a Cromex também apresentou novos masterbatches com nanopartículas de prata, que eliminam as bactérias e impedem sua proliferação em várias resinas (PE, PP, PS, ABS e PET) destinadas a todos os processos de transformação.

A Termocolor, além das tradicionais linhas de masterbatches, trouxe para o evento sua nova linha de produtos aditivados com ação antimicrobiana, também desenvolvida com base na nanotecnologia da prata. Além dessa função bacteriostática – que evita o desenvolvimento desses micro-organismos em plásticos destinados ao uso doméstico, de higiene pessoal e embalagens –, o aditivo, de acordo com a empresa, oferece excelente estabilidade de temperatura, podendo ser usado em plásticos para diferentes aplicações.

 

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