Brasilplast 2011 – Aditivos – Indústria prioriza inovação e fórmulas mais eficientes

Plástico Moderno, Valdemir Fantacussi, Gerente técnico da Baerlocher do Brasil, Brasilplast 2011 - Aditivos - Indústria prioriza inovação e fórmulas mais eficientes
Indústria aprimorou as fórmulas à base de Ca/Zn, para Fantacussi

O mercado de estabilizantes para PVC seguiu o ritmo dos investimentos promovidos na construção civil, no ano passado. Ou seja, seria redundante mencionar o entusiasmo dos representantes dessa indústria. “Houve uma explosão de consumo, foram batidos todos os recordes de vendas”, anunciou Fantacussi. Outra boa notícia vem do mercado de injeção. A tendência de adotar, cada vez mais, moldes com muitas cavidades, exigiu um altíssimo desempenho dos estabilizantes, impulsionando o consumo de novos sistemas de cálcio/zinco para atender a essa demanda. Mas o cenário teve lá seus percalços. Os reajustes nos preços dos insumos da cadeia do PVC impactaram o setor. Segundo Fantacussi, houve um aumento de custo acima de 20%. O resumo dessa história chega a ser óbvio: margens apertadas.

No entanto, os desenvolvimentos não foram interrompidos. A Chemson inovou com a produção, no ano passado, em Rio Claro, de uma nova linha de aditivos em drágeas. A vantagem, segundo o diretor, é simples: “Trata-se de uma solução 100% livre de pó.” A Inbra, por sua vez, investiu para consolidar o uso dos aditivos base cálcio e zinco, na fabricação de tubos de PVC de grande diâmetro (tubos defofo e infraestrutura), bem como os estabilizantes térmicos para forro e outros perfis rígidos de PVC. No mercado de tubos de diâmetros menores, a empresa já tem participação significativa.

Independentemente de qual fosse o destaque na feira, as empresas argumentavam que estavam ali mais para promover a nova tecnologia de estabilização do PVC do que por seus produtos, pois seus desenvolvimentos teriam o merecido espaço, na sequência. Talvez essa também fosse a intenção dos outros expositores: apresentar um mercado de aditivos mais sofisticado e atraente, com moléculas eficientes e competitivas, mas sem perder o foco na prática sustentável. Daí em diante, os negócios também seriam consequência direta.

 

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