BASF acaba de concluir seu projeto de integração da cadeia produtiva de poliamida 6.6

A BASF acaba de concluir seu projeto de integração da cadeia produtiva de poliamida 6.6, com novos investimentos em sua fábrica em São Bernardo do Campo (SP), que resultou no aumento de 15% a capacidade de oferta do polímero para os diferentes mercados que a empresa fornece na América do Sul. Com isso há maior segurança e confiabilidade de fornecimento para os clientes.

A poliamida 6.6, linha Ultramid®A da BASF, é um polímero utilizado na produção de plásticos de engenharia. Apresenta alta resistência mecânica, rigidez e ótima resistência ao impacto, além de excelente resistência química, estabilidade térmica e dimensional. A poliamida pode ser reciclada, promovendo a circularidade na cadeia dos plásticos.

A fábrica de plásticos de engenharia da BASF, em São Bernardo do Campo, existe há mais de 30 anos e passa por uma onda de modernizações: na produção, nos laboratórios e nos recursos para pesquisa e desenvolvimento. Junto a nova fábrica, foi implementado um novo laboratório de controle de qualidade para o tipo de matéria-prima que passou a ser produzida.

Lá, também há o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Plásticos de Engenharia, capacitado com equipamentos de última geração para atender às necessidades de inovação sustentável, desenvolvendo e adaptando produtos, além suportar aos clientes em seus processos e projetos de aplicações. Além de poliamida 6.6, são desenvolvidas soluções em poliamida 6 (Ultramid®B), PBT (Ultradur®), entre outros.

O uso de plásticos de engenharia agrega uma série de benefícios nas aplicações, contribuindo para processos mais sustentáveis. No setor automotivo, mercado em que o plástico de engenharia tem maior demanda, eles podem substituir o metal em diversas finalidades, reduzindo o peso do automóvel e consequentemente o consumo energético na fabricação e no uso do veículo.

Comprometida com uma jornada em direção à neutralidade climática, a BASF estabeleceu metas em todo o mundo para alcançar emissões líquidas zero de CO2 até 2050. Para isso, uma primeira etapa é reduzir as emissões de gases de efeito estufa em todo o mundo em 25% até 2030, em comparação com 2018.

Além disso, a partir desse investimento, a BASF gerou uma série de novas posições de trabalho. Em parceria com o SENAI para formar operadoras para a indústria, o curso teve mais de 100 horas de formação, empregando mulheres em metade das vagas. A presença feminina acontece na liderança e operação do projeto. #Investimento #inovaçao #tecnologia

Cristiana Xavier de Brito Antonio Lacerda Fernando Barbosa Ricardo Torres
Créditos das fotos: Marcos Veríssimo

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