Aditivos e Masterbatches

Armazenamento e transporte de resinas

Maria Aparecida de Sino Reto
21 de dezembro de 2010
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    Um dos facilitadores dessa mudança tem nome: Finame. A disponibilidade de financiamentos compatíveis com os disponíveis no mercado externo favoreceu bastante, permitindo à indústria investir no projeto inteiro. “2010 foi muito bom, existem muitos projetos em andamento e as perspectivas apontam para repetir o desempenho em 2011”, diz animado. Mas ressalva que a manutenção do sistema de financiamento vigente, o Finame PSI, fará toda a diferença.

    As soluções propostas por Ebel combinam silos internos, alimentadores, tubulações com bombas de vácuo, de tamanhos e disposição variáveis de acordo com a distância e a quantidade de material (toneladas por hora) a ser transportado. “Transporte de resina é projeto, não tem solução pronta”, define. Ao contrário da ideia expressa por alguns transformadores, de que o uso de centrais engessa a produção, a automatização aumenta a flexibilidade da fábrica, melhorando o fluxo dos materiais.

    Na avaliação de Ebel, as centrais ficam economicamente interessantes a partir de quatro alimentadores. O limite é 25 máquinas por sistema, ou duas toneladas de transporte por sistema. “A restrição existe para evitar riscos de parada e facilitar a manutenção”, justifica.

    Projetos customizados – Outro nome de peso em automatização para a indústria de plástico, a Piovan tem nos sistemas de alimentação o seu carro-chefe. Os seus projetos envolvem desde a saída das matérias-primas dos silos. Ricardo Prado Santos, vice-presidente América Latina, enumera uma série de vantagens em sua adoção: garantia de abastecimento contínuo dos equipamentos e de alimentação com material correto, riscos mínimos de parada de máquina, ausência de contaminações, redução nas perdas de produção e segurança de trabalho. “Também permite acesso imediato a eventuais problemas por meio de alarmes, possibilitando solucioná-los e evitar parada de máquinas”, comenta.

    Santos: equipamentos permitem troca rápida de matéria-prima

    Mesmo no caso de indústrias com rotina de muita troca de material, os sistemas de alimentação permitem trocas rápidas de matérias-primas – e sem contaminações. A Piovan oferta desdesistemas mais simples, os chamados alimentadores econômicos, acoplados diretamente às máquinas processadoras, com recebimento da resina de reservatórios dispostos ao lado da injetora (ou outro equipamento de transformação), até centrais complexas com diferentes tipos de

    alimentação dentro da fábrica, totalmente automatizadas por meio de central pneumática, controlada por programa de computador. Também no caso da Piovan a maioria dos sistemas implantados é projetada de acordo com as necessidades dos clientes.

    De acordo com Santos, os projetos centralizados de alimentadores têm mais procura e são viáveis a partir de quatro equipamentos. “O sistema é flexível e permite expandir de acordo com a necessidade”, ensina. Uma particularidade ressaltada por ele fica por conta do controle para entrega do material em cada máquina pelo método

    Sistemas de alimentação são os carros-chefes da Piovan

    Fifo (First in first out): o primeiro equipamento a pedir o material é o que o recebe. “Aumenta o rendimento do sistema e reduz o consumo energético”, pondera.

    A última novidade foi apresentada na megafeira alemã, a K, em novembro último. Trata-se do Varyo, aplicativo que consegue controlar a velocidade do material dentro da tubulação, de maneira independente, em cada máquina, evitando a formação de “cabelos de anjo” (fios plásticos finíssimos, resultantes do atrito da resina com a tubulação) e de pó excessivo. Ao baixar a velocidade da bomba, a ferramenta também reflete na economia de energia.



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