Argenplás – Em meio a cenário político controverso exposição diminui de tamanho, mas se mantém como importante plataforma de negócios

mais do que em 2010. Desse total, metade se destinou às máquinas. As injetoras absorveram 29,9%; as sopradoras, 22,3%; e as extrusoras, 18,6%. O restante do montante investido se dividiu entre as termoformadoras (5,3%) e as outras máquinas e equipamentos.

Os transformadores argentinos compraram mais da China (21,3%). Em seguida, a preferência foi pela Alemanha (20,7%) e Itália (18,3%). O Brasil amargou a oitava posição – absorveu menos de 4% dos investimentos argentinos em máquinas. Em relação aos moldes e matrizes, a China também esteve na dianteira; o Brasil veio depois.

Esses números ainda mantêm a Argentina como líder no consumo per capita entre os países da América Latina. Cada habitante consome 43,2 quilos de plástico por ano. No Brasil, o índice é de 30 kg/h, segundo a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast).

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