Aluguel de injetoras registra interesse crescente

A Romi, tradicional fabricante de equipamentos, comemora o sucesso de um ano de lançamento do programa Romi MAAS (Machine as a Service), serviço de aluguel de máquinas novas para empresas interessadas em contar com equipamentos de forma temporária.

No programa, os clientes podem locar qualquer equipamento standard do portfólio da empresa, formado por máquinas-ferramenta e pela linha para transformadores de plásticos, composta por injetoras e conjuntos de sopro.

A exceção fica por conta de modelos com características muito específicas, fabricadas sob encomenda.

“A procura tem sido muito boa, já alugamos centenas de máquinas”, informa Maurício Lopes, diretor de comercialização, sem precisar o número de contratos.

Ele explica que o programa tem como finalidade principal estimular clientes a desenvolver novas linhas de produção, que no futuro se concretizem na venda de máquinas novas.

Plástico Moderno - Aluguel de injetoras registra interesse crescente ©QD Foto: iStockPhoto
Maurício Lopes, diretor de comercialização da Romi

“Ele atende empresas que precisam renovar seu parque fabril, mas não querem se descapitalizar”, explica. São casos de projetos pontuais ou por períodos pré-determinados.

“Uma situação em que a locação é bastante interessante é na nacionalização de peças e produtos que se encontram sob análise por causa da pandemia e pela valorização cambial do dólar e do euro”.

O serviço é apontado por Glauco Machado, gerente de vendas de máquinas para plástico, como muito interessante para alguns projetos específicos do setor.

“O plástico é um material bastante versátil e é forte o ritmo de lançamento de novos produtos”, exemplifica.

Para ele, essa particularidade faz com que os transformadores sintam incerteza na hora de adquirir uma máquina em determinadas ocasiões.

Plástico Moderno - Aluguel de injetoras registra interesse crescente ©QD Foto: iStockPhoto
Glauco Machado, gerente de vendas de máquinas para plástico da Romi

“Com o aluguel, ele pode se assegurar que o produto lançado se consolidou no mercado antes de comprar o equipamento”.

Os contratos de aluguel são oferecidos com dois períodos de duração, de 12 ou 24 meses.

“Caso a empresa alugue por 12 meses e queira estender o contrato para mais um ano, ele será renovado de forma automática, apenas com a correção das parcelas mensais feitas de acordo com a variação do IPCA dos doze meses iniciais”, explica Lopes.

No caso do contrato de 24 meses, não é possível a renovação automática.

“O cliente deve fazer um novo contrato e receberá máquina nova”.

No final do contrato, a máquina utilizada não pode ser adquirida.

“O cliente pode comprar uma nova; nós nos responsabilizamos em entregar o novo modelo quando retirarmos o que estava alugado”.

O prazo de entrega do equipamento alugado hoje está entre 90 e 120 dias, conforme o modelo.

“Estamos trabalhando para que no próximo ano esse prazo seja de no máximo 60 dias”, diz Lopes.

O aluguel começa a ser cobrado no momento em que a máquina entra em operação.

Uma vez em funcionamento, todos os usos da máquina são acompanhados de maneira remota pelo escritório da Romi.

O uso da máquina pode ser definido em períodos acordados no intervalo de 200 a 400 horas mensais.

“Caso o locatário em determinado mês precise usar a máquina em um período maior do que o estipulado pelo contrato, as horas extras são cobradas com o mesmo preço do contrato original”.

Pelo acordo, a Romi se responsabiliza pelo treinamento dos operadores, frete e toda a assistência técnica necessária para a manutenção do equipamento.

“Só não garantimos consertos se a máquina for utilizada de maneira incorreta”.

O preço, garante o diretor, é camarada. “Ele custa menos do que uma parcela do financiamento feito pelo Finame para a compra da mesma máquina”.

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