Economia

4ª Revolução industrial a caminho – Automação

Jose Paulo Sant Anna
17 de fevereiro de 2021
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    Plástico Moderno - 4ª Revolução industrial a caminho - Automação ©QD Foto: iStockPhoto

    A Terphane, voltada para o desenvolvimento de tecnologias e processos na fabricação de filmes especiais de poliéster (PET), é uma empresa de destaque entre as representantes da indústria do plástico quando o assunto é automação. “No mercado em que estamos inseridos, a produção em escala tem importância crucial. E para produzir com qualidade, em grandes velocidades e com altos volumes, são necessários processos com um significativo grau de automação”, justifica Edson Albuquerque, diretor industrial.

    O diretor informa que a empresa investe há mais de duas décadas no aperfeiçoamento de seus processos de produção de filmes e de metalização. “Atualmente, a Terphane se encontra em sua jornada de adaptação ao paradigma que veio com a chamada Quarta Revolução Industrial, relacionada a conceitos como comunicação máquina-máquina, Big Data, Analytics, entre tantos outros.”

    Os investimentos abrangem toda a organização, desde a área de gestão de pessoas até o atendimento ao cliente, “incluindo a integração entre diferentes sistemas, entre os quais o ERP, com o qual trabalhamos”. Albuquerque esclarece que não se trata de um único projeto. “São vários projetos. Este é um caminho de melhoria contínua, no qual nunca chegaremos a um nível ideal”.

    Os investimentos necessários para o projeto são elevados. “Ao mesmo tempo muitos destes investimentos são qualificadores para que você se mantenha no mercado de maneira competitiva”. O resultado não deve ser analisado apenas com as métricas convencionais de retorno sobre o investimento. “Levando em consideração que as tecnologias se tornam mais baratas ao longo do tempo e também o fato de que tais investimentos te habilitam a continuar no mercado como um competidor protagonista, os mesmos são compensadores em termos de flexibilidade e qualidade para a organização, entre outros itens que poderíamos citar”.



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