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6 de junho de 2017

Setor prevê iniciar a recuperação das vendas neste ano – Feiplastic

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Publicado por: Jose Paulo Sant Anna
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    Plástico Moderno, Presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho

    Presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho

    O pior já passou”, acredita o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho, referindo-se à crise econômica pela qual passa o país. Durante o evento a associação apresentou alguns números relativos ao setor. O faturamento de transformados plásticos no ano passado foi de R$ 64,5 bilhões, segundo a Abiplast. A expectativa da associação é de que ocorra esse ano um crescimento entre 1% e 1,5%.

    Considerando uma possível recuperação do PIB brasileiro em torno de 1,5% a 3% ao ano, a demanda brasileira por transformados plásticos atingirá os patamares observados em 2012/13, auge do setor dos últimos dez anos, apenas em 2023. O consumo aparente de transformados plásticos atingiu naqueles anos 7,7 milhões de toneladas. No ano passado, esse número fechou em 6,1 milhões de toneladas.

    No ranking dos setores econômicos que mais consomem plástico, a construção civil lidera ocupando 25,7% do total, seguido por alimentos (19%), automóveis e autopeças (12,1%), máquinas e equipamentos (7,3%), entre outros. Os setores de construção civil e automotivo foram justamente os que mais sofreram com a crise, dado que ajuda a explicar o desempenho negativo do último biênio da indústria do plástico. “Os dois setores acreditam em recuperação a partir desse ano”.

    O segmento de embalagens deve se recuperar com maior velocidade. “Com a queda da inflação, as vendas de alimentos, produtos de higiene e limpeza e outros que utilizam embalagens devem apresentar melhora”. Um dado positivo tem sido o crescimento no número de empresas recicladoras de plástico, que mantém ritmo de 10,5% ao ano desde 2007. Naquele ano o número de empresas era de 481, saltando para 1.080 em 2015.



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