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Reciclagem de PVC registra crescimento O Instituto do PVC constatou avanço no índice brasileiro de reciclagem mecânica do policloreto de vinila (PVC). Segundo pesquisa, em 2007, foram recuperadas cerca de 25 mil t de um total de 127 mil t descartadas no pós-consumo. Dessa forma, a taxa de recuperação da resina cresceu de 13,7%, registro de 2005, para 17%. O número de empresas recicladoras também aumentou, pois passou de 90 para 136, no mesmo período.
registrou 820.001 t. Apesar da produção do PVC ser uma das maiores entre os termoplásticos, essa resina aparece pouco no lixo urbano. A resposta está no fato de pouco mais de 10% dos produtos feitos de PVC terem vida útil curta. Cerca de 60% se destinam a aplicações de utilização prolongada, entre quinze e cem anos. Esse tipo é mais empregado na construção civil, em produtos como janelas, esquadrias, tubos e conexões, entre outros. Além disso, 24% dos transformados de PVC apresentam vida útil entre dois e quinze anos. “Posso dizer que 88% não são produtos descartáveis, pois após o longo consumo vão para o aterro sanitário”, comenta Bahiense. O PVC flexível representa o tipo mais reciclado, com um índice de recuperação de 18,3% em 2005 e de 19,6% em 2007, até porque sua aplicação está mais associada a produtos de vida útil curta. Para o PVC rígido, a taxa ficou em 9,3%, no ano passado, saindo dos 9,1% registrados em 2005. Outra particularidade desse setor diz respeito à origem da resina reciclada; a maior parte não vem de resíduo industrial. A quantidade total reciclada em 2007 foi de pouco mais de 25 mil t, das quais 86,3% são de pós-consumo. A União Européia apresenta um índice de reciclagem de 18,3% no que se refere a todos os termoplásticos. Apesar de não existirem dados da região exclusivos ao PVC, de acordo com Bahiense, o número é um bom parâmetro para o país, até porque no Brasil a legislação e a consciência da sociedade não são rígidas como no exterior. O levantamento foi realizado pela Maxiquim a pedido do Instituto do PVC, com o objetivo de conseguir dados específicos sobre essa indústria, diferenciando, por exemplo, os dados alusivos ao rígido e ao flexível. Feita por amostragem com 23 empresas das 136 recicladoras do país, a pesquisa obedeceu à metodologia do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Renata Pachione |
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