Favorecida pelo aquecimento da economia, a indústria do plástico abre alas à atualização tecnológica e à expansão. Após anos de estagnação, a procura por sopradoras de todos os tipos está em alta.

A necessidade de aperfeiçoamento tecnológico do parque fabril de filmes, evoluindo para as co-extrusoras, também aquece esse ramo de negócios, beneficiando fabricantes nacionais e as importações. Os investimentos na área de tubos, porém, privilegiam sofisticadas máquinas estrangeiras, capazes de processar peças de grandes diâmetros e atingir altíssimas capacidades produtivas.

Os asiáticos ainda assombram os fabricantes locais de injetoras. Mesmo assim, os negócios deslancharam a ponto de os principais fornecedores, nacionais e estrangeiros, comemorarem crescimento acima da meta.
Ainda falta ao transformador explorar mais os aplicativos CAE, antigas ferramentas para simulação do preenchimento dos moldes, capazes de minimizar erros de projeto, reduzir custos e melhorar a qualidade das peças plásticas.

Preço – forte atrativo de muitas marcas asiáticas –, é claro, ainda conta. Mas vale lembrar que: assistência técnica e reposição de peças ágeis, equipamentos confiáveis e relacionamento estreito com o fornecedor têm forte impacto na hora de bater o martelo. Boa leitura.

 

 

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