Em sua quarta edição, a Tecnoplast apresenta ainda fabricantes de máquinas, ferramentaria e insumos do setor.

Divulgação Já a Embaplast, na segunda edição, mostra as novidades referentes aos equipamentos e serviços voltados à indústria da embalagem, trazendo novos modelos de formas, moldes e acessórios.Este ano, a novidade para o consumidor final fica por conta da Expoplastic. De acordo com o presidente da feira, Hélvio Pompeo Madeira, a maior novidade será a forte presença de fabricantes chineses de injetoras e extrusoras.
Madeira planeja desmembrar a Embaplast e a Expoplastic
Madeira planeja desmembrar a Embaplast e a Expoplastic

“É uma nova concepção de evento, apresentando a importância desses produtos nos dias de hoje, onde todos os integrantes são parceiros expandindo suas fronteiras, conceitos e obtendo como retorno a necessária evolução do setor plástico no Brasil. Vamos mostrar por que a indústria plástica cresce 11,7% ao ano no País”, destaca Madeira.

No âmbito da Expoplastic, há negociações para trazer autopeças de última geração. Há conversações ainda com fabricantes de componentes da indústria de aviação. A idéia é mostrar a forte presença do plástico na tecnologia de ponta.

Madeira também quer atrair para a feira os pesos pesados da petroquímica no continente, como a Braskem, que teria espaço para apresentar seu polímero obtido de fonte não fóssil. Conforme o organizador, sua promotora já reservou o centro de eventos da Fiergs entre 12 e 17 de novembro em caráter anual até 2017. O objetivo é desmembrar futuramente a Embaplast e a Expoplastic em feiras independentes.
Além das novidades tecnológicas e novas ferramentas para o setor, será realizado o seminário Tecnologias do Plástico. “Com o uso do plástico em evidência, é fundamental nós mostrarmos a contribuição desse mercado no crescimento da economia, oportunizando que este nicho se torne ainda mais competitivo”, avalia Madeira.

O seminário tem como propósito melhorar o entendimento sobre a importância do processamento de plásticos no avanço tecnológico de centenas de produtos, ou como produto de consumo final ou como componentes intermediários e peças inteiras de diversos equipamentos. “Queremos com isso contribuir com tudo o que vem sendo debatido sobre o assunto, tão presente no cenário mundial”, assinala Madeira.
Novas técnicas de processamento e recuperação de embalagens, conceitos, aplicações, tendências e utilização de componentes plásticos serão alguns dos temas oferecidos para os participantes dos seminários. O propósito desses eventos é atrair técnicos, pessoal de chão de fábrica e estudantes dos diversos cursos de tecnologia de polímeros oferecidos na região metropolitana de Porto Alegre.

Inúmeros outros setores da economia mundial dependem diretamente do trabalho do segmento plástico. Hoje o Brasil conta com cerca de nove mil empresas de pequeno, médio e grande porte atuando na terceira geração. Elas geram 266 mil postos de trabalho, com faturamento médio de R$ 32 bilhões por ano.

O consumo mundial está entre 70 e 120 kg per capita. No Brasil, o consumo é inferior a 30 quilos por habitante. Na comparação com igual período do ano passado, no primeiro semestre deste ano as exportações de transformados plásticos cresceram 18,6%. O plástico representa hoje 1,53% do Produto Interno Bruto (PIB) do País. Com 400 mil toneladas/ano, o Rio Grande do Sul é o quarto Estado em transformação de termoplásticos, com predomínio do processo de injeção de peças técnicas e extrusão de filmes.

 
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