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“Foi a nossa primeira negociação para a aquisição da nova impressora sem engrenagens, não só motivada pela qualidade excepcional do equipamento, totalmente computadorizado e comparável aos mais modernos existentes no mercado internacional, mas também foi decisivo para a compra a assistência técnica integral oferecida pelo fabricante”, comentou Fantozzi.
| Em quatro meses de operação, as novas máquinas trouxeram resultados bastante positivos à Plasfan. A produção do equipamento sem engrenagens é praticamente dobrada em relação a um convencional e o diretor já planeja adaptar futuramente o kit de componentes gearless no modelo Beta com engrenagens. Os diferenciais de velocidade das máquinas gearless são compensadores, segundo observa o usuário. A máquina alcança níveis de impressão de 300 metros por minuto, enquanto o modelo convencional produz entre 220 e 250 metros/minuto. A máquina mais veloz, segundo comprovou Fantozzi, consome a metade do tempo para realizar as trocas de cores e vem com sistema de troca automática de bobinas. |
Cuca Jorge |
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Fantozzi Junior aposta nas vendas de produtos com alto valor agregado |
Proprietário de um parque industrial integrado, composto por dez extrusoras e co-extrusoras de filmes mono e multicamadas e sete impressoras flexográficas, todas nacionais, Fantozzi prepara terreno para futuras expansões no ramo de embalagens flexíveis, já tendo iniciado processo de diversificação na fábrica com a produção de embalagens em PEBDL para comportar 8 quilos, 15 quilos e até 25 quilos de ração animal.
Experiente no ramo, ele não vê possibilidades de crescimento significativo no mercado brasileiro de embalagens flexíveis, a não ser diversificando a oferta para abranger novos setores. Ele se mantém alerta e busca contratos em novos segmentos até então não trilhados pela Plasfan.
Além das flexográficas, a preferência de Fantozzi por equipamentos nacionais também se manifesta no setor de extrusão e se concretiza até com negócios que acabam sendo fechados fora das fronteiras brasileiras, mas com fornecedores do Brasil.
Na última feira setorial de Milão, ele acabou adquirindo uma co-extrusora para sete camadas da Carnevalli, completando um time já formado por duas co-extrusoras de três camadas com tecnologia desenvolvida pelo mesmo fabricante brasileiro. Entusiasmado com a nova aquisição, Fantozzi afirmou: “Trata-se da nossa primeira máquina para sete camadas que estará voltada à produção de filmes com propriedades de barreira, confeccionados em náilon e EVOH, PET, entre outras matérias-primas, utilizadas na produção de embalagens especiais, direcionadas ao setor frigorífico e que apresentam shelf-life para 90 dias.”
Reinaldo Fantozzi Junior, representante da segunda geração da família Fantozzi, afirmou que o importante nesse momento é aumentar o leque de oferta de embalagens para o mercado brasileiro, principalmente nos setores de produtos com maior valor agregado, que utilizam embalagens produzidas com filmes técnicos e laminados em BOPP, PET, náilon/EVOH, PP, PE/PE, incluindo estruturas metalizadas.
Com área fabril de 15 mil m² integrada aos 100 mil m² adquiridos em Itapecerica da Serra-SP, a fábrica da Plasfan começou a operar nas novas instalações em janeiro de 2005, projetada em ambiente climatizado pelo processo de pressão positiva e estruturada para assegurar total higiene na fabricação de embalagens para o setor de alimentos, para o qual os diretores destinam pelo menos 70% da produção atual da empresa.
Rotogravura aliada à flexografia – As primeiras embalagens laminadas e decoradas pela Cromus, de São Paulo, começaram a ser produzidas em 1993 para embalar ovos de Páscoa e chocolates artesanais, produtos de grande demanda, mas relativamente sazonais.
Os negócios cresceram com filmes técnicos e rótulos, produzidos em diversas estruturas flexíveis, em BOPP, PP, PE, em mono e multicamadas, incluindo co-extrudados, que podem ser adaptados aos mais diversos sistemas, como flow packs e envases verticais. |
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