Impressoras

Lançada no mercado brasileiro há poucos anos, sem muita repercussão entre os usuários, a impressora flexográfica sem engrenagens dá sinais de ter, finalmente, caído no gosto dos convertedores nacionais, como demonstram os depoimentos a seguir. Nos rastros do mercado mundial, o fabricante brasileiro decidiu apostar mais fichas na tecnologia e começa a se beneficiar com os resultados.

Aficionado por flexografia, o empresário do ramo de conversão e impressão de embalagens flexíveis, Reinaldo Fantozzi, diretor da Plasfan, concretiza tudo e mais um pouco do que almejam os fabricantes nacionais de impressoras flexográficas: viaja algumas vezes por ano rumo às maiores feiras internacionais do setor plástico, acompanha as novidades, conhece novas matérias-primas, observa o funcionamento de novas máquinas e acessórios, mas, na hora de fechar negócios, dá preferência aos equipamentos nacionais.

E por razões muito fáceis de compreender. “A qualidade da impressão flexográfica nacional está muito boa e nos últimos anos contou com muitas melhorias”, observou Fantozzi.

Na última feira setorial de Milão, Itália, ele até planejou adquirir uma flexográfica projetada com tecnologia italiana, mas acabou optando pela compra de duas flexográficas nacionais Beta, uma sem engrenagens e outra com engrenagens, fabricadas pela FlexoPower.

A máquina sem engrenagens é a primeira produzida com essa tecnologia pelo fabricante, e esteve em exposição na última Brasilplast.

Cuca Jorge

Fantozzi
Fantozzi prefere máquina flexográfica nacional
 
  <<< Anterior