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Mais três anos se passaram e novamente é
tempo de arrumar as malas para visitar a grande feira mundial da indústria
do plástico. A Internationale Messe Kunststoff + Kautschuk (Feira
Internacional Plástico + Borracha), alcunhada simplesmente por K, acontece
de 24 a 31 de outubro, em Düsseldorf, na Alemanha, e é considerada a maior
e mais importante vitrine da cadeia de produção de resinas termoplásticas.
O encontro de 2007 reunirá cerca de 3 mil expositores oriundos de 52
países, e a expectativa é de atrair ainda mais visitantes que na última
edição, quando pouco mais de 230 mil pessoas percorreram os caminhos do
centro de exposições da Messe Düsseldorf, organizadora do evento.
A visitação dessa feira requer planejamento. São 168 mil m2 de exposição
repartidos em 19 pavilhões; e percorrê-los demanda tempo e esforço físico
consideráveis – os mais sedentários podem usufruir do serviço gratuito de
ônibus circulares que realizam o percurso entre os pavilhões.
O acesso ao local da feira, no entanto, é elogiável. Pode-se chegar ao
centro de exposições transportado por ônibus, metrô ou carro. O meio mais
eficiente, porém, é o capilarizado sistema de trens e metrôs públicos de
Düsseldorf, que pode levar passageiros rapidamente a qualquer canto da
cidade. Ou de outras cidades: um dos passeios agradáveis e que pode ser
feito ao final de um dia completo de andanças na feira é a visita à cidade
de Colônia, Köln, em alemão, para contemplar as imponentes torres em
estilo gótico de sua famosa catedral. O mapa com todas as linhas que
circulam em Düsseldorf pode ser baixado em
www.vrr.de/imperia/md/content/stadtlinienplaene/duesseldorf.pdf
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Com passaporte em dia, passagem na mão e malas prontas (que devem
incluir roupas para temperaturas ao redor de 10ºC e protetores labiais
contra ventos cortantes e secos), Plástico Moderno antecipa a seus
leitores um apanhado do que será exposto na K. Boa leitura!
Participação de brasileiros reflete baixa
expressividade em transações internacionais
Os custos de aquisição de um estande e de
transporte de pessoal e de máquinas em euros podem afugentar potenciais
expositores sul-americanos da K. Mesmo assim, o Brasil será representado
na Alemanha por um time com treze empresas, muitas delas freqüentadoras já
tradicionais do evento.
Essa participação é menor que a da última edição, com dezoito
participantes, e ainda é muito tímida comparada à de países tão distantes
da Europa quanto o Brasil, como China, Japão, Coréia, Malásia e Índia. O
fato reflete a baixa participação dos competidores locais na corrente
mundial de comércio, e um problema crônico de competitividade que tem no
absurdo sistema tributário brasileiro seu maior forjador.
Mas o futebol, as praias, a caipirinha e as curvas das encostas e dos
corpos tropicais tornam o País bastante simpático aos olhos dos
estrangeiros, e os expositores nacionais que sabem se aproveitar dessa
“vantagem competitiva” sempre despertam a atenção do público em feiras no
exterior.
O escrete canarinho vai a campo com a seguinte escalação: Alcântara
Machado (10 J61), Braskem (6 E80 e 6.1 W01), Petroquímica União (7 B21),
Suzano Petroquímica (7.2 G15), Unigel Plásticos (07.1 B33), Carnevalli (16
D05), Rulli Standard (17 C06), Ciola-Acmack (15 C57), Cromex (06 E41),
Eletro Forming (13 D40), Inbra Indústrias Químicas (7.1 E12), Primotécnica
(11 B73) e Wutzl (4 C45). |
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