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Contra emissões e explosões – Único fabricante nacional de impressoras rotográficas de banda larga, a Profama, de Mairiporã-SP, destacou na Brasilplast recursos de última geração, recentemente incorporados à sua linha de máquinas. O eixo eletrônico, também conhecido como “shaft less”, propicia maior precisão e menor tempo de set-up. Já a eficiência do sistema de secagem deve ser medida pela baixíssima taxa de retenção de solventes, enquanto outros recursos asseguram maior qualidade. Esse é o caso do rolo pressor do tipo camisa (sleeve), desbobinador e rebobinador com troca automática para bobinas, gerenciador por CLP, com memorização de trabalhos, e troca de serviços por meio de carro móvel intercambiável. Na sexta versão, o fabricante contratou um especialista em sistemas de ventilação e exaustão para desenvolver novo projeto e remodelou integralmente esses sistemas, conseguindo otimizar a recirculação de ar na etapa de secagem, segundo Paulo Vaz, gerente de projetos e de produção da Profama. Um dos modelos mais compactos fabricados pela empresa em exibição na feira foi comercializado para um convertedor norte-americano. Trata-se de rotográfica de banda estreita, para larguras de impressão até 600 mm, com unidade de impressão enclausurada por armação de vidro.
Para servir de alavanca às vendas internacionais da empresa, que montou
há três anos um escritório nos Estados Unidos, vários componentes das
máquinas, como eixo eletrônico, camisas e extração de tinteiro através de
cassete, aliam-se a outros, de concepção mais segura, que rendem aos
equipamentos até classificação à prova de explosão (divisão 1, classe 1). “Todos os componentes das máquinas de rotogravura devem ser intrinsecamente seguros”, considerou Vaz. Dentro dessa concepção, a empresa inclui motores elétricos assíncronos, botões, CLP, relés, entre outros. Ao contrário do que costuma ocorrer em países do Primeiro Mundo, no Brasil, as máquinas de rotogravura à prova de explosão ainda não são suficientemente valorizadas, a despeito da importância desse tipo de tecnologia para a segurança das operações e dos usuários. Competidores no páreo – Abolir engrenagens e começar a fabricar flexográficas operadas por servomotores também são os planos da Feva, de Cotia-SP, previstos para se concretizarem nos próximos meses. “Até o fim deste ano, pretendemos atender às expectativas do mercado, oferecendo máquinas com a tecnologia sem engrenagens, mas com um diferencial de custo/benefício bem mais atrativo”, informou Geraldo Constantino Júnior, gerente de exportação da Feva.
“Chegamos a produzir, durante mais de três anos, 28 equipamentos
gear-less, com oito e dez cores, todos exportados pela PCMC para os
Estados Unidos e Austrália, principalmente.” |
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