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O fabricante afirma poder diminuir a temperatura do processamento em
até 20%, sem afetar as propriedades mecânicas do produto final. “Queremos
ser reconhecidos por apresentar soluções”, enfatiza Vieira.
Líder do setor, a Cromex vive um momento de transição, pois está prestes a
dar partida a uma nova planta, na Bahia, e encerrar as atividades de uma
unidade localizada em São Paulo. “Teremos uma fábrica mais moderna e, por
conseqüência, mais produtiva”, afirma o gestor de produtos da Cromex,
Anderson Maia. O lançamento, previsto para julho, será direcionado à
produção do master preto. Continuarão três plantas: além dessa nova, uma
em São Paulo, onde são produzidos masters coloridos e especiais, e a de
Simões Filho-BA, para concentrados de aditivos e brancos. A capacidade
produtiva total da Cromex chega a 84 mil t/ano. Segundo Maia, a empresa
tem 65% do market-share do mercado de masterbatches.
O anúncio de outros investimentos teve eco nos corredores do Anhembi. A
DryColor divulgou estar em fase de construção de uma nova planta. Hoje a
unidade, localizada, em Campinas-SP, possui 3,5 mil m² enquanto a sua
substituta terá 10 mil m².
| A fábrica deve entrar
em operação no segundo semestre deste ano, no mesmo local da atual. A
Allcolor, de São Paulo, também anunciou aumento da capacidade
produtiva. O incremento da ordem de 25% se deu no segundo semestre do
ano passado. |
Cuca Jorge |
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| Gonzaga destaca concentrado para uso do plástico de engenharia |
A Coreplas, de Guarulhos, São Paulo, não apresentou lançamentos, mas
endossou o aumento do setor, com a divulgação de suas mais recentes
aquisições. Em 2006, obteve a ISO 9001 (intento de três anos) e aumentou a
capacidade produtiva em cerca de 40%, além de abrir nova unidade para
concentrar a fabricação de preto e branco. Essas ações traduzem as
expectativas otimistas do diretor da empresa, José Gonzaga, na reativação
do mercado. Para ele, 2006 foi um ano fraco, mas a reação veio nos
primeiros meses de 2007 e ainda pode melhorar. “Com a feira, a tendência é
de expansão das vendas”, afirma. Confiante nessa premissa, ele prevê
aumento do faturamento de 20% a 30%, sobre os resultados do ano passado.
| Com a expectativa de crescer
10% só nesse primeiro semestre, o gerente-comercial da Termocolor,
Julio Carlos Isola, aposta não só na visibilidade da Brasilplast, mas
sobretudo no retorno de seus investimentos recentes. No ano passado, a
empresa comprou nova linha de extrusão com capacidade para produzir
mais de 7 mil t/ano e planeja inaugurar nova fábrica. Em fase de
terraplenagem, a unidade está sendo construída, em Cabreúva-SP, para
se somar à matriz, localizada em Diadema-SP. A primeira etapa do
projeto prevê a produção de cerca de 6 mil toneladas ano. Ao contrário
da tendência atual, a Termocolor preza pelo mercado de grandes
volumes. Por isso, o foco do negócio está na commodity. De acordo com
Isola, a empresa não tem planos de operar na área de plásticos de
engenharia. |
Cuca Jorge |
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| Isola prevê aumento das vendas superior a 10% |
Os projetos da Resimax, de Vargem Grande Paulista, também indicam
aumento da demanda nacional. A empresa estuda triplicar a produção atual
em 1,5 ano. Esse incremento deverá resultar, em parte, da inauguração de
uma nova planta até o fim do ano. “Queremos atingir o mercado de colorido
de grande quantidade”, diz o gerente de marketing Rodrigo Monsó. A unidade
contará com duas novas máquinas alemãs.
Mais produtos – Além do aumento do volume, a produção de
concentrados deve crescer em qualificação. A Mash: Compostos Plásticos
anunciou parceria com a Techmer PM, companhia global com sede nos EUA.
Este acordo representou o primeiro passo para a produção pela Mash dos
masterbatches coloridos e de aditivos desse fabricante norte-americano.
| As atividades ainda não
se iniciaram porque o acordo acabou de ser firmado. “A Techmer é uma
das líderes globais e tem mais de vinte anos de experiência”,
argumenta o diretor da Mash, Sérgio Dulcini. Com essa tecnologia, a
empresa pretende reforçar sua estratégia de produzir concentrado
técnico. |
Cuca Jorge |
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| Dulcini anuncia acordo com fábrica estrangeira |
Apesar de reconhecer se tratar de um segmento pequeno, em relação ao
master tradicional, Dulcini aposta ser essa a ferramenta para o
transformador brasileiro competir no mercado mundial. “Se aumentarem as
exportações de nossos clientes, haverá um conseqüente avanço das vendas do
master técnico”, explica. Para ele, a indústria nacional ainda não
apresenta exigências dessa natureza. Fundada em 2004, a Mash tem fábrica
localizada no Itaim Paulista-SP e está integrada ao complexo fabril da
Mash Têxtil. Entre os produtos, destaque para a linha MasterMash, com
aditivos antibloqueio, antioxidantes e antiestáticos, entre outros.
Dulcini ressalta também sua linha de masterbatch com aditivo para
polipropileno biorientado (BOPP).
De Manaus para São Paulo, a Colortech, localizada no Distrito
Industrial-AM, resolveu expandir suas atividades para as regiões Sul e
Sudeste do País, sob outro nome: Techcollor. Apesar da denominação, a
empresa é uma filial da Colortech, em São Paulo. Segundo o anúncio feito
na Brasilplast, a capacidade total do grupo passa a somar 1,5 mil
toneladas/mês.
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