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Sopradoras |
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Aumento da procura por modelos de injeção-sopro
compromete as vendas das máquinas convencionais
no mercado brasileiro |
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Texto de Simone
Ferro e fotos de Cuca Jorge
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O avanço do polietileno tereftalato (PET) nos segmentos de cosméticos,
farmacêuticos e produtos alimentícios, tradicionais redutos do vidro e de
commodities termoplásticas, impulsionou as vendas das máquinas de
injeção-sopro (injection-blow) e dificultou a expansão das sopradoras
convencionais no mercado interno. Nos últimos anos, a demanda também foi
pressionada pela evolução tecnológica. Sopradoras, cada vez mais
produtivas e econômicas, substituem duas ou mais obsoletas. “A produção e
o consumo não crescem com a mesma velocidade dos ganhos produtivos dos
novos equipamentos”, afirma o diretor-comercial da Pavan Zanetti, Newton
Zanetti.
| Com isso,
a demanda brasileira de sopradoras convencionais
permanece entre 150 e 180 unidades/ano, conforme estimativas de
especialistas do setor, com base em informações do próprio mercado.
“Acompanhamos a escalada do PET principalmente sobre o polipropileno,
além do PVC e dos polietilenos. |
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| Zanetti: exportações estão em baixa desde 2004 |
Alguns segmentos migraram em virtude do preço, competitivo em relação às
demais commodities.” Segundo Zanetti, o quilo do
PET chega a custar R$ 1,00 a menos que o do PP. “Embora a diferença em
relação ao polietileno de alta densidade seja menor, vemos com preocupação
a escalada de alta dos custos das resinas convencionais.” |
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