A indústria petroquímica brasileira respirou mais aliviada em 2006, fechado com demanda em crescimento e margens recuperadas, e inicia 2007 embalada nesse ritmo positivo. Além de chegar ao final do ano passado em bases bem melhores do que foi o seu início, os fabricantes de resinas ainda contam com outros aspectos favoráveis neste ano que principia, prenunciando tempos de vacas gordas.
Os preços caíram influenciados pelo inverno fraco, comemora José
Ricardo Roriz Coelho, presidente do Sindicato da Indústria de Resinas
Plásticas (Siresp). No início do ano, os preços estavam cotados na faixa de
US$ 61 e não param de cair desde então, situando-se atualmente
em torno de US$ 53. O petróleo em queda afrouxa a pressão
exercida sobre os custos dos insumos petroquímicos básicos,
que representam mais de 70% dos custos na cadeia de produção.
A notícia traz alento à indústria do plástico,
castigada, em todos os seus elos, com as sucessivas altas nas cotações
do óleo ao longo do ano passado. |
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