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PERSPECTIVAS
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Economia estável
enseja melhores
negócios este ano
José Paulo Sant´s Anna |
200 |
7Abiplast |
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A expectativa do
setor é por um 2007 melhor do que foi 2006. Afinal, o País apresenta
melhores condições no campo da economia. Entre os índices positivos, se
encontram inflação sob controle e a taxa Selic de juros em patamar
bastante inferior ao dos últimos tempos.
| Mas, como gato
escaldado tem medo de água fria, o otimismo dos transformadores de
plástico é bastante moderado. Afinal, a torcida por um bom ano só dará
certo se o crescimento for mais vigoroso do que o alcançado no passado
recente e, quando o assunto é desenvolvimento, o histórico do País nas
últimas décadas tem sido desanimador. |
Divulgação |
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| Cachum "Seria necessário crescemos 5%"
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O setor tem peso significativo na economia do País e
apresenta grande potencial de negócios. Conta com 8,5 mil empresas, muitas
delas dotadas com tecnologia de ponta comparável à das melhores do ramo no
mundo. Ao todo, produz cerca de 4,5 milhões de toneladas de plástico por
ano e gera 258 mil empregos. O lado positivo desse segmento se apóia no
constante avanço da tecnologia. A busca incessante por matérias-primas com
propriedades diferenciadas e o desenvolvimento de equipamentos
sofisticados, que permitem índices elevados de repetibilidade das linhas
de produção, são fatores que tornam o plástico competitivo perante outros
materiais em inúmeras aplicações.
O fenômeno vem ocorrendo há décadas em todo o mundo e promete se repetir
nos próximos anos se considerarmos os elevados investimentos feitos por
representantes de todos os elos ligados ao setor. A tendência aponta que o
consumo per capita de plástico no Brasil deve continuar a crescer. Para se
ter uma idéia desse crescimento, basta lembrar que em 1970, esse número se
encontrava na casa dos 2 kg por habitante por ano. O salto para os atuais
25 kg por habitante por ano ainda é pouco, considerando que o consumo per
capita apresentado pelos países avançados é quatro vezes superior ao do
Brasil.
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