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PERSPECTIVAS
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Novas tendências ancoram
retomada do
crescimento
Renata Pachione |
200 |
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Abief |
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Reverter os índices pífios de
2006 e crescer ao menos 5% em relação ao ano anterior. Essa é a proposta
da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief)
para 2007. Disposta a alcançar essa projeção, a associação propõe novos
paradigmas e a consolidação de algumas tendências anunciadas no passado.
De acordo com o presidente da Abief, Rogério Mani, o setor deve promover o
diálogo entre todos os elos da cadeia petroquímica e repensar seus custos
e margens. Outro ponto salutar é o avanço de materiais pouco convencionais
e a escolha do consumidor por embalagens mais leves e individuais.
| O crescimento de cerca de
3,5% registrado em 2006 não é um bom parâmetro para os avanços
previstos pela Abief. No ano passado, o setor de embalagens flexíveis
faturou algo em torno de US$ 3 bilhões e consumiu cerca de 675 mil
toneladas de embalagens. Esses números ficaram aquém do esperado, mas
nem por isso Mani desanima nas novas previsões. Segundo ele, 2007 será
o ano da recuperação do setor. “Esse crescimento é uma tarefa difícil,
mas há indicativos”, constata. Ele aposta em alguns mercados para
impulsionar as vendas dos flexíveis plásticos, como a indústria de
alimentos, principal consumidora do produto. |
Cuca Jorge |
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| Mani aposta em pesquisas e na formação de especialistas |
“O setor de embalagens
frigoríficas deve crescer nosso faturamento”, prevê. No âmbito geral,
estudo divulgado pela Abief dá conta de que até 2010 a demanda mundial de
embalagens flexíveis aumentará 30%. A base de comparação data de 2004,
quando foram consumidas 12,3 milhões de toneladas.
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