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Para recuperar discos ópticos defeituosos, como DVDs e CDs, a Piovan desenvolveu um moinho central com esteira especial, comportando detector de metais. “Dentro desse moinho, foram colocados detectores de metais na entrada de alimentação e na saída do material porque a presença de apenas um grãozinho de metal poderá danificar o molde”, alertou o vice-presidente da Piovan.
Outra área considerada crítica para a recuperação dos materiais é a de pré-formas e garrafas sopradas. “Não se pode colocar um moinho convencional operando junto à produção de pré-formas pela simples razão de que irá contaminar todo o material”, afirmou Santos. Um novo sistema desenvolvido pela empresa direcionado aos fabricantes de pré-formas, porém, dá conta de recuperar todo o material moído originado por itens defeituosos.
Entre as tecnologias empregadas na construção de moinhos pela Piovan estão equipamentos com rotor de facas defasadas, com rotações desde 300 r.p.m. até 450 r.p.m., em geral utilizados para recuperar galhos de materiais transparentes, como acrílicos e PC. A oferta ainda se estende aos equipamentos com rotor aberto. Providos de três facas com corte inclinado, estes vêm sendo fabricados com sucesso no Brasil desde 2005. Segundo Santos, as principais características do equipamento nacionalizado são a baixa emissão de pós, a baixa rotação de 400 r.p.m., a facilidade de abertura para limpeza e o corte com volante acumulador de energia de 46 quilos, apresentando energia cinética suficiente para moer peças de grande dimensão. “O nosso negócio é vender soluções e não apenas equipamentos e por isso nos estruturamos para oferecer às indústrias todo o suporte necessário à otimização dos processos, nos especializando nas áreas de discos ópticos, injeção e sopro, pré-formas de PET, extrusão e refrigeração”, conclui o vice-presidente. |
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