Petroquímica vende mais sem ver a cor do dinheiro

Mercado não suportou as
altas sucessivas nos custos
das matérias-primas básicas

Texto Maria Aparecida de Sino Reto
e fotos de Cuca Jorge

A indústria petroquímica brasileira de segunda geração fechou o primeiro semestre do ano no
azul, mas a duras penas. Produziu mais, vendeu mais no mercado doméstico e no exterior,
mas trabalhou com margens comprometidas e faturou menos. O setor sofreu as
conseqüências das altas sucessivas nas cotações do petróleo e, por tabela, nos custos dos
insumos petroquímicos básicos. A nafta, principal deles, bateu recorde histórico e atingiu
US$ 670,00 a tonelada, onerando toda a cadeia. Além disso, a apreciação do real perante o
dólar prejudicou as exportações.

Segmentação do mercado do plástico

Fonte: Abiplast

 
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