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Só na ampliação de capacidade dos látices, o investimento total é de R$ 15,5 milhões, abrangendo mão-de-obra, equipamentos e automação de última geração. “As vendas consolidadas de látices em 2005 foram de 11,6 mil toneladas”, informou Passarela.
Com esses materiais são manufaturados inúmeros
produtos, desde emulsões asfálticas para pavimentação, mantas de
impermeabilização para a construção civil, dipagens de fibras dos
discos de embreagem e revestimentos anti-ruído de autopeças, até
travesseiros, colchões, tecidos sintéticos, adesivos em base água,
vedantes para tampas de embalagens, incluindo gomas de mascar. Em
laminados, como palmilhas espumadas para calçados e bases antiderrapantes
para tapetes, e espumas moldadas, as vendas chegam a ultrapassar 40% do
volume total ofertado pela companhia. Na gestão da ampla abertura de novos negócios no
exterior, Passarela lembrou que, até 2000, apenas sete mercados eram
atendidos pela companhia no setor de látex. Atualmente, 16 mercados se
tornaram compradores regulares. “A Petroflex tem tradição nas exportações”,
ressaltou Passarela. Três anos atrás, a empresa iniciou processo de
maior inserção no mercado internacional, instalando escritórios e
subsidiárias. Assim, foram abertos escritórios na Europa, em 2003, e na
Ásia, em 2004. No início de 2005, a subsidiária Petroflex América
iniciou operações nos Estados Unidos e, nesse mesmo ano, exportou quase
40% das vendas totais para mais de 50 países. “Estamos apostando no
desenvolvimento de nossos clientes e somos a única empresa em âmbito
mundial a investir em ampliação da capacidade no setor de látex”,
assegurou. Segundo o diretor, dois produtores, um americano e outro japonês,
deixaram de produzir látices. Um segundo produtor japonês limitou sua
capacidade produtiva para atender apenas ao mercado doméstico. “Com a
nossa capacidade atual, estamos posicionando a Petroflex entre os cinco
maiores fabricantes de látex de SBR do mundo.” Competitividade comprometida – Preços pouco competitivos no mercado asiático por causa do câmbio, escassez de butadieno e volatilidade nos preços do estireno, devidas em grande parte ao aumento de consumo de poliestireno na China, são fatores que também comprometem os resultados da Nitriflex.
“O câmbio diminuiu nossa competitividade em mercados externos e quando exportamos não conseguimos recuperar mais o ICMS recolhido”, afirmou Faraco.Em volume, a companhia que exportava 1.200 toneladas/mês, hoje exporta 700 toneladas/mês. |
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