Texto e fotos Fernando Cibeli de Castro Dois mil e seis caminha para a virada do semestre e o cenário
do segmento de terceira geração petroquímica do Rio
Grande do Sul em relato de seus protagonistas é preocupante. “O
mercado está ruim. Em janeiro e fevereiro a produção
caiu em relação ao ano passado. Ninguém quer falar
em números porque o quadro é desanimador”, denuncia
o presidente do Sindicato das Indústrias de Material Plástico
do Rio Grande do Sul, Hugo Doormann. São 250 mil toneladas de resinas transformadas anualmente,
incluindo material reciclado. Para o presidente do Sindicato das Indústrias
de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás),
Orlando Marin, “o estado continua muito carente em transformação
de resinas”. |
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