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LABORATÓRIO DÁ SUPORTE
AOS TRANSFORMADORES

A Rio Polímeros inaugurou seu laboratório de desenvolvimento de pro--dutos e serviços técnicos, estruturado com equipamentos de última geração, distribuídos em quatro salas, cada uma destinada a um processo específico e capaz de atender às diferentes demandas. O empreendimento absorveu mais de US$ 2,5 milhões.

O laboratório foi projetado para dar suporte técnico ao cliente em vários aspectos: auxiliar no desenvolvimento de novos produtos, no aperfeiçoamento de resinas, ou ainda para promover avaliações técnicas e estudos de amostras. Além disso, o laboratório também constitui ferramenta de gestão interna da RioPol, no desenvolvimento de produtos e pesquisas laboratoriais.

O laboratório conta com quatro ambientes: processamento de resinas, caracterização, ensaios físicos e de reologia. O primeiro dispõe de equipamentos utilizados no dia a dia do cliente e permite reproduzir as condições de mercado e avaliar o desempenho final dos produtos transformados. Essa ala conta com equipamentos de sopro, injeção e extrusão de filmes de alta produtividade.

A sala de caracterização está equipada para identificar diversos materiais plásticos e verificar composições. O espaço conta com técnicas e equipamentos como o Calorímetro Diferencial de Varredura (Differencial Scanning Calorimetry – DSC), para avaliar as propriedades térmicas dos polímeros, o Espectrofotômetro Infravermelho (Fourier Transform Infrared – FTIR), para identificar materiais plásticos e aditivos, e ainda o Cromatógrafo Líquido de Alta Performance (High Performance Liquid Chromatograph – HPLC), para quantificar aditivos, e o microscópio óptico, para análise de filmes multicamada, avaliação de géis e contaminantes.

Na área de avaliação das propriedades físicas e mecânicas é possível avaliar resistência ao rasgo, à perfuração e à tração, entre outras análises. Também permite analisar características ópticas da resina, como opacidade, brilho, e claridade, entre outras.
O quarto ambiente responde pela avaliação do comportamento reológico das resinas, como propriedades de elasticidade e viscosidade. Para tanto, essa área dispõe de equipamentos para análise em altas e baixas taxas de cisalhamento (efeito de corte), para medir a viscosidade dos polímeros.
 

 
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