| Além de destacar as inovações em
máquinas e equipamentos para fabricar embalagens e novas tecnologias
em insumos e matérias-primas, essa edição abrigará
em eventos integrados o Salão Embala – Inovações
e Tendências e a Exposição Flexo Latino América.
O Salão Embala mostrará aos visitantes as últimas
novidades em embalagens e contará com a participação
de fabricantes e agências de design. Voltada aos profissionais do
setor de flexografia, a Flexo Latino América, organizada com a
Abflexo – Associação Brasileira de Flexografia, reunirá
empresas de máquinas e equipamentos para produção
em banda larga e estreita, incluindo fornecedores de insumos e clicherias.
Segundo dados divulgados pela Organização Mundial de Embalagem
(WPO), a participação da indústria de embalagens
no PIB (Produto Interno Bruto) de cada país oscila entre 0,5% e
2,5%. A receita líquida de vendas da indústria brasileira
de embalagens em 2004 atingiu R$ 28,591 bilhões, R$ 4,317 bilhões
acima de 2003, quando a receita alcançou R$ 24,274 bilhões,
e R$ 8,163 bilhões a mais em relação à receita
de 2002, cravada em Em 2005, o setor de embalagens faturou R$ 31,3 bilhões, registrando aumento de 3,14% em relação a 2004. Em volume, a produção apresentou queda de 1,26%, mas o segmento de embalagens plásticas cresceu 3,14%. Contrariando as estatísticas mundiais, a maior fonte de receita do setor brasileiro de embalagens como um todo provém das embalagens plásticas. Na composição da receita líquida de 2004, por exemplo, as embalagens plásticas geraram receita de R$ 9,039 bilhões, participando com 31,61% sobre o total, enquanto as embalagens em papelão alcançaram fatia de participação de 30,91%, gerando receita de R$ 8,839 bilhões. Na seqüência, também se destacam os volumes de negócios
gerados pelas embalagens metálicas, segmento que respondeu por
uma receita de R$ 6,372 bilhões em 2004, obtendo 22,29% de participação
sobre o total. Bem mais modestos em comparação com o papelão,
os negócios no segmento de embalagens de papel apresentaram receita
de R$ 2,131 bilhões (7,45%), enquanto as de vidro responderam por
R$ 1,542 (5,39%) e as de madeira, R$ 669 milhões (2,34%). O plástico, que apresentava 32% de participação
sobre o valor da produção do setor de embalagens em 1996,
chegou a alcançar 38% de participação em 2002, mas
caiu para 35% em 2003, e para 32% em 2004. As exportações brasileiras de embalagens em 2004 alcançaram
US$ 292,551 milhões, US$ 18,618 milhões a mais em relação
a 2003, quando foram exportados US$ 273,893 milhões. As embalagens
plásticas lideraram e responderam por 29,64% das exportações
do setor em 2004, gerando divisas para o Brasil de US$ 86,706 milhões,
US$ 26,349 milhões a mais do que em 2003, quando a participação
foi de 23,5% sobre o total das exportações. |
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