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Quase unânimes, os transformadores elegem entre as melhores do
mundo: Engel, Krauss Maffei, Demag, Arburg. Alguns mencionam também
Battenfeld, Toshiba e Milacron. Referência entre as genuínas
nacionais, o primeiro posto fica com a Romi, considerada de tecnologia
muito boa. Segundo os especialistas da transformação, falta
pouco para a empresa chegar lá.
"O que ainda diferencia a Romi é que ela demora um pouco, tem uma defasagem de tempo para obter a tecnologia de última geração. No entanto, a durabilidade da máquina é boa e o atendimento é bom, mais ágil até que o da Engel no Brasil. A diferença é que quando a Engel lança máquina nova, lança com mais recursos que a Romi", pondera Gozzani. Na comparação entre a Romi e a Sandretto, italiana com fábrica no País, Gozzani pende um pouco mais para o lado da primeira. "A Romi não perde em nada para a Sandretto, eu já tive as duas e tenho pequena tendência para preferir a Romi, porque sua assistência técnica é um pouco melhor", classifica. Além disso, ele recorda um problema de desempenho do conjunto injetor na máquina série Otto, da Sandretto. "Eu deixei a máquina três meses em fábrica para injetar acrílico, especificada por eles e a máquina não injetou acrílico, por outro lado, o desempenho dessa máquina para outros materiais é excelente, não posso reclamar", declara.
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