|
Em 2004, a companhia oficializou a compra de 70% da Argenplás; os 30%
restantes são de responsabilidade da Câmara Argentina da Indústria
Plástica (Caip). A escolha da nova organização, em substituição às
empresas Banpaku, Global Exposições e Pichon Rivière, visa fortalecer a
imagem da exposição argentina fora do país. "A Argentina está em fase de recuperação bastante
acelerada", atesta o presidente da Associação Brasileira
da Indústria do Plástico (Abiplast) e da Associação
Latino-americana da Indústria Plástica, Merheg Cachum. Para
ele, essa retomada do país, somada à nova organização
e às mudanças na estrutura da feira, sinalizam boas perspectivas
para o evento. Realizada a cada dois anos, a Argenplás, em certa medida, reproduziu,
ao longo dessas onze edições, o desempenho do setor em seus
pavilhões. Apesar dos momentos de crise vividos pelo país
em seu passado recente, hoje a mostra se posiciona como um dos principais
eventos da indústria do plástico, em especial, na América
Latina. A sua realização, é bem verdade, não
foi ininterrupta. Em 1990, se reiniciou a organização da
feira, após dezesseis anos de inexistência. Desde essa retomada, a exposição evoluiu, à exceção
de 2002, quando quase foi cancelada, por conta dos problemas na economia
argentina. No entanto, nos anos seguintes, tomou fôlego, a ponto
da edição de 2004 simbolizar o renascimento da indústria
do plástico no país. Essa décima Argenplás
esteve enxuta; contou com 252 expositores, dos quais 167 eram nacionais
e 85 estrangeiros. |
|||
| <<< Anterior | |||