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RECICLAGEM Índice nacional só perde para Alemanha e Áustria Setor alcança alto nível de reaproveitamento dos plásticos pós-consumo e posiciona o País entre os maiores recicladores do Planeta, com 16,5% Maria Aparecida de Sino Reto A reciclagem brasileira de plásticos é motivo de orgulho e de pesar. De orgulho, porque, sem apoio do poder público, exibe um dos maiores índices do mundo, acima até da União Européia e da Europa Ocidental. A primeira pesquisa oficial da Plastivida sobre a questão da reciclagem no Brasil, desenvolvida com metodologia do IBGE, apontou índice de reciclagem mecânica de plásticos pós-consumo de 16,5%.
Em comparação com o resto do mundo, onde o consumo per capita de plásticos supera de longe o brasileiro, a reciclagem verde-amarela só perde para a Alemanha (31,1%) e para a Áustria (19,1%). Na União Européia, onde a legislação é rigorosa e impõe índices para cada de tipo de reciclagem, a média fica em 12,8%. A Europa Ocidental recicla um pouco mais, 14,8%.
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