A prática do retrofiting, tão propagada e usual ainda há poucos anos, cai por terra aos poucos. Com o rápido avanço tecnológico, essas atualizações deixam de ser vantajosas e as máquinas antigas encontram dois destinos: a venda para empresas pequenas e sem grandes comprometimentos com qualidade, ou viram sucata. A exceção fica por conta das roscas e cilindros, cujos reparos fazem parte de uma boa manutenção, inclusive para assegurar maior longevidade.
Com pensamento semelhante, Eudes Scarpeta, gerente industrial da Zaraplast, de São Paulo, considera válido o retrofiting em máquinas seminovas, no máximo com cinco anos de uso, e num contexto denominado de manutenção preventiva total. A propósito, a manutenção preventiva é estratégica para a empresa, com paradas programadas de seis em seis meses. Nas extrusoras mais antigas, os custos da atualização tecnológica não compensam.
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