EXTRUSORAS

Tecnologia já sobrepõe preço na hora da compra

Transformador valoriza mais linhas de alta produtividade

Maria Aparecida de Sino Reto

Produção da Plasfan saltou de 150 t para 500 t mensais

O transformador brasileiro mudou. Ainda existem exceções à regra, mas, em geral, os empresários antes mais afeitos a leilões reversos abandonam aos poucos esses velhos maus hábitos de sobrepor preço a quaisquer outros critérios na hora de comprar máquinas e assumem postura mais saudável, a de avaliar, em primeiro plano, os benefícios tecnológicos que usufruirão com seu investimento. Hoje o transformador só bate o martelo com o fabricante ou fornecedor se o equipamento assegurar alta produtividade e confiabilidade, sinônimo de baixa manutenção e produtos dentro das especificações requisitadas; consumir pouca energia elétrica e embutir periféricos e acessórios mínimos de garantia de qualidade e produtividade. Preço, claro que conta também, mas já é negociável. Quanto mais automatizada a linha, mais produtiva e menos manutenção, melhor.

As embalagens flexíveis e filmes, em particular, comandam os maiores avanços no campo da extrusão, com procura crescente por produção de múltiplas camadas, impulsionando os fabricantes brasileiros de máquinas a investir em coextrusoras.

O começo tímido há poucos anos, com preferência pelas coextrusoras de três camadas, já avança para modelos mais complexos, acima de cinco.

Cuca Jorge

Fantozzi: assistência técnica deficiente provoca prejuízos

 

 
  <<< Anterior
Próxima >>>