|
Já a Nitriflex foi favorecida de última hora e conseguiu um estande para anunciar seu retorno ao mercado de ABS e fazer seu pré-marketing na feira. A fábrica já reiniciou as operações, mas venda efetiva, só mesmo a partir de julho. A empresa comunicou sua intenção de retomar a produção com o mesmo portfólio de grades ofertados há sete anos, quando encerrou a atividade. O recomeço exigiu investimentos de US$ 4 milhões de dólares em atualização técnica: mudanças nos controles de processo e renovação de equipamentos. A tecnológica virá mais à frente. Sem prazo definido (a fase ainda é de pesquisa de fontes possíveis para a renovação de tecnologia), a Nitriflex estima precisar investir montante da ordem de US$ 16 milhões. De acordo com o gerente comercial Alexandre Vieira, novos produtos só devem aparecer no mercado no próximo ano. A Nitriflex também aproveitou o momento para destacar o produtos mais tradicional da empresa: as borrachas nitrílicas, muito usadas como modificador de impacto nos plásticos. Também divulgou linha de látex e outros aditivos para PVC. Misturado ao PVC, o látex promove melhor barreira e resistência mecânica em aplicações como luvas, explica Vieira. Puro, melhora a aderência de carpetes e tapetes, entre outros usos.
De acordo com o gerente de vendas Ricardo Crisostomo, a Ticona pretende dar atenção especial ao segmento de especialidades da resina, como as áreas médica, automotiva, e o mercado de porosos para filtração, exemplifica. A resina também entra como aditivo em segmentos diferenciados, lembra. Outro diferencial da Ticona fica por conta da oferta de uma linha para injeção (os comuns são extrusão e compressão). A empresa planeja atender o mercado sul-americano com cerca de 14 grades (injeção, extrusão e aditivos). |
|||||||||
| <<< Anterior | |||||||||