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Resinas de engenharia expande e investe mais Maria Aapercida de Sino Reto O segmento de plástico de engenharia reforçou nesta Brasilplast a tendência já antecipada em feiras anteriores de forte crescimento no mercado brasileiro, como comprovam os investimentos anunciados pela Rhodia para aumento na capacidade no seu complexo fabril brasileiro, responsável por abastecer, além do mercado doméstico, mercados como a Ásia e América do Norte; e pela Nitriflex na retomada da produção local de ABS. A Rhodia planeja injetar cerca de US$ 5 milhões para expandir a produção, desde matérias-primas básicas como o fenol até os compostos de PA, revelou Jean-Claude Steinmetz, diretor mundial da Rhodia Engineering Plastics e Industrial Yarns and Fibers, em passagem pela Brasilplast.
Segundo ele, a quantidade desses plásticos nos automóveis dobrou nos últimos cinco anos e já chega a 10 quilos por veículo. Entre os últimos avanços, cita partes externas de automóveis, em peças como pára-choques, pára-lamas e molduras laterais feitas em náilon composto. "É a primeira empresa a oferecer a opção", ressalta Ferraroli. De acordo com os diretores, a resina suporta a alta temperatura a que são submetidas as peças dentro das cabines para aplicação de primer e posterior pintura. O produto ainda apresenta elevada estabilidade dimensional. |
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