Fabricante municia convertedor

com máquinas de última geração

 

Equipamentos incorporam os recursos

mais recentes e ampliam leque de

opções de maior competitividade

para todas as escalas de produção

Rose de Moraes

A nova geração de impressoras flexográficas rendeu-se às exigências de maior automação e produtividade ditadas pelo mercado gráfico. Na mira dos mais de 1.200 usuários da flexografia no Brasil, os fabricantes oferecem a possibilidade de renovar parques produtivos com equipamentos mais modernos, com ou sem engrenagens, providos de camisas nos cilindros anilox e nos porta-clichês, e de outros recursos, como chapas fotopolímeras de alta definição de imagens, visando contemplar não só grandes tiragens, mas também pequenas e médias, filão dos mais promissores e, até então, pouco estimulado a promover atualizações.  

Rose de Moraes

Com mais de uma centena de máquinas colocadas nos últimos cinco anos no mercado doméstico e vários países da América Latina, crescimento de 20% ao ano e produção deste ano comprometida até agosto, a Flexo Tech, empresa do grupo Nicrom, vive momento especial, devendo ampliar a oferta com novas tecnologias em banda larga, graças à parceria firmada com o Bobst Group, que adquiriu participação de 30% na empresa. Outro forte motivo para comemorações está na conclusão em Campo Magro, na região metropolitana de Curitiba–PR, da nova sede com 4 mil m² de construção em área total de 19 mil m², mais que o dobro em relação à dimensão da fábrica anterior.

“Antes da nossa parceria, o Bobst Group não produzia no Brasil impressoras flexográficas, mas, a partir de agora irá atuar diretamente, em conjunto conosco”, informou Hemerson Luis dos Santos, diretor técnico da Flexo Tech. Para o mercado brasileiro, a iniciativa propiciará efeitos significativos, facilitando a aquisição de equipamentos com novas tecnologias. “Enquanto sozinhos, levaríamos pelo menos três anos para desenvolver máquinas gear-less, agora, temos condições de fornecê-las de imediato, oferecendo ainda maiores recursos em laminadoras para aplicação de coatings, com ou sem solventes”, área onde o Brasil, segundo avaliou, deverá ter grande expansão nos próximos anos.

Em 2004, a empresa atendeu ao mercado com 31 máquinas de alta produção, em modelos abrangendo desde duas até seis cores. A maior parte dos pedidos é direcionada a máquinas com larguras de impressão de 1.200 mm, e velocidades até 300 metros/minuto, considerando-se a preferência do mercado pela aquisição de equipamentos mais versáteis, que possam abranger desde impressões das mais simples, como para embalagens de sal, açúcar, arroz e feijão, até as mais sofisticadas, como aquelas destinadas à ração animal. 

No ano passado, com o lançamento do modelo Millenium Tech, de oito cores, a empresa também propiciou maiores benefícios de produtividade ao mercado. Projetada para operar com velocidades até 350 metros/minuto, essa máquina conta com oito unidades instaladas até o momento. Neste ano, a previsão é entregar 36 equipamentos, mas em 2006, a expectativa, a partir da parceria da Bobst, é dobrar a produção de flexográficas.  

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