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Segundo Delarovera, os compradores internacionais ficaram satisfeitos com o potencial do mercado brasileiro e elogiaram a qualidade dos produtos plásticos apresentados.
Portas
abertas – A Plasmotec, de São Paulo, está entre os
expositores que apresentaram a fábrica aos compradores estrangeiros.
“Recebemos a visita de empresários espanhóis”, conta o diretor da
empresa, César Giannini. Além disso, a empresa participou de diversas
rodadas de negócios com importadores dos Estados Unidos, México e países
da Comunidade Européia e América do Sul. Especializada na injeção e sopro de resinas termoplásticas,
a empresa atua nos segmentos de cosméticos, laboratórios farmacêuticos,
brindes e peças técnicas em geral. De acordo com Giannini, alguns negócios
foram encaminhados na feira. “Todos muito promissores. Fizemos diversas
cotações durante os cinco dias de exposição, com possibilidades
efetivas de negócio.” Os contatos, no entanto, reforçaram a estratégia de
firmar parceria ou joint-venture com transformador estrangeiro,
visando ampliar as vendas no exterior. “A proposta existe, porém será
analisada com muita cautela e critério”, afirma o gerente comercial
Julian Arevalo Filho, sem revelar outros detalhes. “Nosso objetivo é
exportar entre 20% e 30% da produção”, garante. Além de contribuir para alavancar as vendas externas, a participação na feira ajudou a divulgar os planos de investimento aos clientes nacionais. Dentre as iniciativas, Giannini ressalta a mudança de prédio e a aquisição de novas máquinas.
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