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Reverter essa situação é um dos objetivos do Export
Plastic. “Pretendemos tornar o setor superavitário em US$ 1 bilhão”,
diz o presidente da Abiplast Merheg Cachum. Assinado em dezembro de 2003,
o programa conta com a participação do governo, por meio da Agência de
Promoção de Exportações do Brasil (Apex), da
cadeia petroquímica e dos transformadores (leia mais sobre o programa
no Anuário Brasileiro do Plástico 2004/2005, página 26). Dentro desse contexto, contempla diversas ações, desde a prospecção de novos mercados e a participação em feiras internacionais ao apoio estratégico, logístico e operacional às exportações dos associados. A Brasilplast será palco de boa parte dessas ações. “Além de impulsionar as vendas externas, a feira vai sensibilizar a cadeia do plástico e ajudar a reforçar o quadro de associados”, afirma Delarovera.
Os especialistas de mercado do Export Plastic
Marco Wydra e Olinto Bizarro são os responsáveis pelos contatos
internacionais para o Projeto Comprador. De acordo com eles, devem
participar 13 importadores da União Européia e 12 dos Estados Unidos.
“Alguns já confirmaram a presença”, diz Wydra. Dentre eles destacam-se
grandes distribuidores de filmes, sacos, sacolas e descartáveis como a
francesa Albinet, as inglesas Bunzl e Lesta Packaging, a belga Defimex, a
alemã Prodinger, a italiana FP e a holandesa BRTC Packaging. Dos Estados Unidos, já confirmaram presença a Associated
Bag, que conta com oito centros de distribuição de transformados naquele
país; a Geofabrics, da área de ráfia e sacaria; e dois distribuidores
de sacolas do tipo camiseta, com sede em Nova Iorque, além de um
distribuidor mexicano de filmes de PVC para a fabricação de blisters.
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